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Posts Tagged ‘Tempo’

Perspectiva

Via Universo Físico

O diálogo (alemão com legendes em inglês) não é tão importante, dá para acompanhar só pelas imagens.

Alguém acreditaria se eu dissesse que penso nesse tipo de coisa vez por outra?
Pois é, eu penso…

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Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente.

Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”.

Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se.

Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante.
Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!);

publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes);

expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem);

aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar);

tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados);

expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos;

falei um pouquinho sobre álcool e joguei umas charadas no meio (para desviar a atenção do assunto real: densidade);

compartilhei com meus leitores a melhor maneira de acertar seus Medidores de Passado;

dei algumas razões práticas para a diminuição da minha pegada carbônica (e um mapa para a minha casa, para os que estão prestando atenção);

também inclui instruções de como construir ferrovias internacionais sem o uso de energia (nas ferrovias, não nas construções).

Escrevi mais que isso, mas preciso deixar alguma coisa para o próximo fim-de-semana.
Vão clicando aí no Calendário ali em cima, nas Etiquetas lá embaixo, nas Categorias aqui ao lado, para coisas minhas, ou nos links Nacionais e Internacionais para ver coisas de outros.

Quem quiser me conhecer, clique aqui ou no meu nome aqui no lado direito (abaixo de Autor).

E comentem. Preciso saber se tem alguém gostando (senão eu choro).

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não vão embora, eu sei fazer uma massagem Ótima!
Até a próxima!
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As unidades básicas do Sistema Internacional de Unidades (SI), segundo a Système International d’Unités são as seguintes (vai melhorar lá pra frente, prometo):

    Tempo – segundo (s)
    Comprimento – metro (m)
    Massa – quilograma (kg)
    Corrente elétrica – ampère (A)
    Temperatura termodinâmica – kelvin (K)
    Quantidade de matéria – mol (mol)
    Intensidade luminosa – candela (cd)

A partir dessas, todas as outras unidades podem ser medidas.
Por exemplo, Força (em newtons, ou N) é igual a massa (em kg) multiplicado por uma aceleração (m/s²), e aceleração é espaço (em m)dividido por tempo (em s) duas vezes.
O sistema é também usado para diminuir a quantidade de zeros, por exemplo:
Ao invés de 0,000 000 001 metro, usa-se 1nm (nanômetro)

Agora vem a parte boa!

Um segundo é precisamente medido usando-se átomos de césio 133. Sempre que um elétron de um átomo de césio 133 (esse número é o peso do átomo) mudar de camada nove bilhões, cento e noventa e dois milhões, seiscentos e trinta e um mil, setecentos e setenta vezes (9.192.631.770), teremos EXATAMENTE 1 segundo.
Mais preciso que navegar.

Um metro é calculado usando-se a medição de segundo e a velocidade da luz.
Quando um fóton (caroço de luz) no vácuo andar por 1/299792458 (um sobre duzentos e noventa e nove milhões, setecentos e noventa e dois mil, quatrocentos e cinqüenta e oito) segundo, terá percorrido um metro bem certinho.
Lembrando: 1/2 é igual a metade de alguma coisa, 1/4 dá um quarto, 1/10 é um décimo, 1/100 é um por cento, 1/1000 de um metro é um milímetro, etc.

Um ampére é medido da seguinte forma: corrente constante que, se mantida entre dois fios condutores retos e infinitos ou com seção transversal desprezível, afastados por uma distância de um metro no vácuo, produziria a força por metro de fio equivalente a 2*10^-7 (um 2 precedido por sete zeros, ou 0,00000002) newtons.
Aí vocês se virem para entender que este neguinho aqui tá com dificuldades. Eu só entendi que um amp faz muito pouca força entre um fio e outro.

Um kelvin de temperatura termodinâmica (que é a quantidade de energia térmica liberada por átomos esbarrando nas coisas e uns nos outros) é medida usando dois referenciais; zero absoluto e a temperatura do ponto triplo de uma água super purificada.
Zero absoluto equivale a -273,15° centígrados e é a menor temperatura possível por ser a temperatura onde todo movimento cessa e a energia é zero.
O ponto triplo da água do Padrão Médio da Água do Oceano de Viena (que não é de oceano, mas água puríssima, feita em laboratório e com um nome igualmente laboratoriado) é igual a 0,01º centígrados.
Ou, usando o sistema SI, 0 K (zero kelvin) e 273,16 K.
Depois é só torar a escala em vinte e sete mil, trezentos e dezesseis pedaços iguais e começar a medir boca e boga de menino.

Um mol (que difere da medida nordestina mói¹ por algumas ordens de grandeza) é um número bem grande (seis e uns quebrados seguido por vinte e três zeros), que representa o número de átomos de carbono presentes em 16g de carbono.
Um bilhão é o numeral 1 seguido por oito zeros. A constante de Avogadro tem quase três vezes mais zeros.

A definição de candela tem muito mais nome e requer muito mais conhecimento prévio (intensidade luminosa emitida por uma fonte, em uma dada direção, de luz monocromática de frequência 540*10^12 Hertz e cuja intensidade de radiação em tal direção é de 1/683 watts por esterorradiano), mas é mais fácil explicar como uma rodela de luz verde que, sendo produzida usando-se uma quantidade conhecida de energia, brilha com uma intensidade padrão de 1cd.

Tudo muito massa!
Ah, por falar nisso, faltou falar dela.

Um quilograma é a massa equivalente a um padrão composto por irídio e platina que está localizado no Museu Internacional de Pesos e Medidas na cidade de Sèvres, França desde 1889. Ele é um cilindro eqüilátero de 39 mm de altura por 39 mm de diâmetro.

“Mas que peba!”, eu escuto alguns dizendo.
E eu concordo. Tudo belamente calculado e precisamente medido, aí MASSA, um dos mais importantes, não tem um número absoluto, tem que ser comparado sempre a esse tôco de metal na França (o dicionário tem “frança” mas não tem “espanha” nem “alemanha”, e pode ser que nem “brasil” tenha, podem olhar!).

A comunidade científica, louca de agonia por causa disso, quer mudar a definição, usando pesos naturais imutáveis, como o peso de um átomo ou de um quark (as coisinhas que formam os prótons e neutrons), usando o tamanho de um quantum ou, similarmente ao mol, usando a constante de Avogadro e o peso do carbono.
Só não mudaram ainda porque todas essas medidas são minusculamente ínfimas (um quilo de elétrons teria 1.097.769.238.499.215.084.016.780.676.223 elétrons, um quantum é um zero seguido de uma vírgula e de trinta e quatro zeros antes de aparecer o primeiro número importante, um 6) e não só difíceis de medir mas difíceis de precisar.
Fizeram até uma bola de silício bem lustrosazinha, dizendo que é o objeto mais esférico já criado (UAU!) para servir de padrão.

Um elétron a mais ou a menos não faria tanta diferença assim. Ou faria?
Eu não sei, mas um grão de arroz a mais ou a menos dentro do saco, que é o que me importa, não faz tanta diferença assim.

¹Não tenho uma tabela comigo, mas eu acho que um mói equivale a mais ou menos setenta punhados ou seis rumas, talvez dois ou três bucados e pelo menos mais de três magotes.

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Rapidinho!

Eu poderia deixar isso passar nem com a moléstia dos cachorros doidos!

Sincronize o seu temporímetro com a hora oficial do Brasil dada pelo relógio de césio do Observatório Nacional.

Mais oficial que isso só se dessem uma patente de Brigadeiro-Almirante General de 10º Dan para o relógio.

Obrigado Isis pela dica!

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No início do século XX (20, para os não-romanos dentre nós), o mundo sofreu mudanças radicais em quase tudo.
Arte, Ciência, Religião, Sociedade, Tecnologia.
Isso está sempre mudando o tempo todo, mas nessa época (e para o meu argumento fazer sentido) a mudança foi ligeiramente mais brusca e obtusa.

Por exemplo:

Fomos da beleza e detalhes de Raphael Sanzio:
raphael

Para para a (err…) emoção de Pablo (Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Martyr Patricio Clito Ruiz) Picasso (o nome dele completo é esse mesmo, sério!):
pablo

Do primor harmônico da Primavera de Vivaldi:

Para a desarmonia e desritmia da Sagração da Primavera de Stravinsky:

E de um mundo organizado (por Newton), onde a massa dos corpos exercem uma força de atração uns nos outros (Gravidade) e Luz era uma onda (“onda” não de “tu tá de onda, mermão!” mas “onda” como as sonoras ou as do mar) para um universo COMPLETAMENTE LOUCO (por Einstein) onde Massa não só pode ser transformada em Energia (e vice versa!!!) como também CURVA O TECIDO DO ESPAÇO-TEMPO¹ e a Luz não é só mais uma onda como é também uma partícula (AO – MESMO – TEMPO – !!). Uma partícula sem massa mas que, como é feita de Energia que é intercambiável com Massa, sofre efeitos da Gravidade ao resvalar em um desses Poços Gravitacionais causados por corpos imensamente descomunais, como Planetas e, mais ainda, Estrelas.

¹ Isso aqui não dá para explicar no meu formato-padrão de parênteses, mas é simples. Mais ou menos. É o seguinte: nós vivemos num mundo com quatro dimensões, sendo três espaciais (cima-baixo, esquerda-direita, frente-trás) e uma temporal (o tempo) e elas se juntam num negócio chamado (arbitrariamente, como o seu nome, caro leitor) Espaço-Tempo (que é também comparado a um tecido, que pode ser dobrado, rasgado, costurado, etc., mas sem muitos detalhes por enquanto).
O esquema da curva no tecido é fácil de visualizar como um pano bem espichado (estirado, esticado, tensionado), como o piso de uma cama-elástica, mas de algodão, como um lençol de cama.
Próxima visualização é uma biloca (bila, bola-de-gude, bolota, tecão) posta em cima do tecido. O peso da bolinha de vidro vai criar uma depressão (ou poço) no pano.
Agora, aumentando o cacife (aposta mínima), imaginem uma bola de boliche (ou de canhão, dependendo de com quem vocês andem…) em cima do mesmo pano, mais ou menos perto da biloca. Esse segundo poço criado vai ser bem maior e, dependendo da distância, vai fazer com quê a bola menor role pro lado da maior. Se a pequena já estivesse se movendo a uma certa velocidade numa direção fixa e ficasse bem na beiradinha do buraco criado pela grande, aquele entraria em órbita deste (ou seja, ficaria circulando ao redor da bola maior).
Isso é uma curva no tecido, sendo que o meu exemplo só tem duas dimensões (direita-esquerda, frente-trás) e o Espaço tem três.

Eu não sei como Pablito fez o dele (talvez estivesse “de onda” e depois que ficou famoso não quis dar o braço a torcer) nem como Igor achou que aquela música ia dar certo (ou estava sendo tocada certo… talvez ele fosse meio môco), mas eu sei como Albert chegou à conclusão dele.
E envolve o nosso país!

Einstein pensou: “Se eu estiver na Terra, dentro duma câmara totalmente selada, eu saberei que lado é para baixo porque meus braços em repouso tendem a cair, as coisas que eu soltar também cairam, eu sinto o meu peso me puxando para baixo e assim por diante. Alternativamente, se eu estiver na mesma câmara vedada, no espaço, longe de uma influência gravitacional, mas estiver sendo acelerado constantemente, segundo as Leis de Newton, terei a mesma sensação de peso, as coisas continuaram caindo em direção contrária ao movimento, me dando assim um sentido de baixo-cima. Se essas duas coisas forem verdade, a Massa do Planeta, que gera Gravidade, tem que (ou deveria) ser análoga ao movimento de aceleração que simula Gravidade mas que não envolve Massa, somente Energia. Ou seja, Massa e Energia devem ser equivalentes e relacionados.”

Duma lapada só ele criou o campo de Física Teórica (diferente da Física Experimental ou Observável) e uma teoria que revolucionou TUDO (TV via satélite só existe por causa disso). Só precisava de uma confirmação prática.

Aí é onde entra o inglês Arthur Stanley Eddington. Ele queria porque queria que o alemão das mechas eletrostaticamente carregadas estivesse certo. Aí, em 1919, catorze anos após a publicação da Teoria da Relatividade Especial, ele foi até a ilha de São Tomé e Príncipe para observar um eclipse total do Sol e mandou um estepe para o Brasil (ÊÊÊÊÊÊÊÊ!!! É TETRA, É TETRA!!) para o caso de haver nuvens onde ele estava.

Mas o que isso tem a ver com qualquer coisa?

Se a teoria de Einstein fosse correta, a Luz teria que ser afetada por um campo gravitacional forte, como qualquer partícula seria. A luz de uma estrela distante, quase por trás de Sol, quando observada daqui, seria desviada um pouquinho para dentro, porque seria puxada pela gravidade. Mas só é possível ver uma luz bem fraquinha bem próxima de uma luz bem forte se a intensidade desta diminuir consideravelmente. Como acontece num eclipse total!

Genial!

Eddington foi, mediu, confirmou na prática o diabo da Teoria (que previa exatamente o que deveria ocorrer) e foi para casa colher os louros da fama (eu não li a biografia dele, isso que eu disse é provavelmente mentira, ele deve ter morrido sozinho e com frio).

Albert Einstein (que virou o primeiro, e até agora, único cientista com status de Pop Star), Igor Stravinsky e Pablo Picasso revolucionaram não só seus campos, como também o mundo.
E não que já não houvessem loucos antes. O que mudou foi a Sociedade que passou a aceitá-los.

Ô vidinha mais ou menos…

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– Eu não entendo como o tempo pode ser uma quarta dimensão! Um cubo tem largura, altura e profundidade e pronto! Como justificar uma quarta dimensão?
– Fácil! Pense num cubo.
– Sim.
– Esse cubo pode ser instantâneo?
– Instantâneo? Como assim?
– Pode esse cubo existir por um momento? Um momento tão curto que não pode ser medido em tempo, como frações de segundo?
– Não!
– O cubo só existe porque nós podemos observá-lo durante um certo tempo.
– Faz sentido… Mas como justificar o tempo como ‘dimensão’?
– Pense num termômetro de mercúrio.
– Sim.
– Digamos que de dia a temperatura tenha colocado o mercúrio no alto da coluna, durante a noite, com a temperatura mais amena, o nível caiu e, no outro dia, voltou a subir.
– Certo. Mas o mercúrio apenas sobe e desce, só se move em uma dimensão.
– O mercúrio move em duas dimensões na verdade. De cima para baixo e durante um certo período de tempo.
– Como assim?
– Como uma pessoa andando na rua jogando uma bola para cima. A bola está indo para cima e para baixo e também está se movendo para frente. O movimento total da bola, se posto num gráfico, não será uma linha reta horizontal nem uma linha reta vertical, mas uma onda que sobe e desce a medida em que se descola para a frente.
– Então, no caso do termômetro, o tempo equivale ao deslocamento da pessoa no caso da bola?
– Exato! O gráfico do movimento do nível de mercúrio não é apenas subindo e descendo, é uma onda no mesmo estilo do da bola!
– Mas, diferentemente de nas outras dimensões, no tempo nós só podemos nos deslocar em um sentido.
– Quase!
– Como assim, ‘quase’?
– Nós podemos ir da direita para a esquerda e de frente para trás, mas não somos muito bons em nos deslocar para cima! O máximo que conseguimos é pulando, que não dura muito, ou subindo uma escada! Cair é bem mais fácil!
– Por causa da gravidade!
– Exato! Nós somos seres bidimensionais! Nos deslocamos facilmente na terceira dimensão só em um sentido, para baixo!
– Mas e os aviões?
– Lembre-se, o esforço para nos deslocarmos para cima é tremendamente maior que o esforço que fazemos quando andamos em círculos, por exemplo! E quando caimos, não estamos fazendo esforço! É como se a dificuldade em se subir fosse compensada pela facilidade em se cair, talvez deixando o sistema balanceado, já que fazemos exatamente o mesmo esforço quando nos deslocamos em qualquer direção em um plano!
– E o tempo? Continua fluindo sempre na mesma direção!
– Não, nós continuamos ‘caindo’ sempre na mesma direção temporal! Nos falta descobrir uma maneira de ‘pular’ nessa dimensão, de vencer a ‘gravidade’ temporal!
– Voltar no tempo?
– Isso! O grande problema com isso é um paradoxo.
– Uma pessoa voltar no tempo e matar o próprio avô antes do pai ter sido concebido?
– Não, um paradoxo que funciona em qualquer direção que se vá! Se eu estou me deslocando no tempo, como o tempo passaria pra mim?
– Não entendi!
– Uma viagem através do tempo só pode ser instantânea, ou seja, não pode sofrer ação do próprio tempo! Como eu posso, por exemplo, passar uma hora viajando para o passado? Apesar de estar voltando no tempo, o tempo, do meu ponto de vista, continuaria indo para frente?
– Eu acho que entendi! Seria o mesmo que pular para cima e continuar caindo!
– Exato! Eu estaria, por exemplo, voltando para o ano do meu nascimento enquanto que estaria envelhecendo? Ou me adiantando para o ano do nascimento dos meus tetranetos, após minha própria morte, enquanto que envelheceria apenas uma dia? Se estou voltando no tempo, não deveria, o tempo, do meu ponto de vista, voltar também?
– Então uma pessoa só poderia voltar até o dia em que nasceu?
– É isso que eu penso! E como as experiências adquiridas durante a vida são também dependentes do tempo, uma pessoa que voltaria ao passado, rejuvenescendo, estaria também esquecendo tudo o que aprendeu previamente!
– Viagens no tempo podem já existir, mas ninguém teria conhecimento, incluindo o viajante!
– Seria como rebobinar uma fita! E como se viajaria para o futuro?
– Como o avanço rápido de uma fita?
– Com todos os acontecimentos futuros acontecendo enquanto se viaja?
– Isso!
– E se um desses acontecimentos fosse uma morte súbita e inesperada?
– Seria o fim do viajante!
– Um dos riscos de se cair mais rápido que a gravidade! O impacto é sempre mais forte!
– Exato!
– A viagem no tempo só seria possível e viável para frente e voltando para trás até o momento em que se descobriu a possibilidade da viagem, apagando novamente todo o conhecimento adquirido na ida ao futuro!
– Faz sentido!
– A grande descoberta seria a de uma maneira de se fazer lembrar o que ocorreu se viajando ao passado.
– Seria uma boa!
– Mas como se lembrar de algo que ainda não aconteceu?
– Paradoxo!
– Aí está! É por isso que viagens temporais não ocorrem, e se ocorrem, ninguém lembra!
– Como a morte, ninguém nunca voltou pra contar!
– Exato!

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