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Posts Tagged ‘Política’

Ouvindo a rádio hoje cedo, fiquei sabendo que o vereador Adão Eridan declarou que “[o prefeito] Carlos Eduardo terá o apoio da Câmara para reorganizar [o município de] Natal”.
Eu posso estar errado, mas sempre achei que manter a cidade funcionando fosse uma das prioridades da Câmara. Mas, pelo visto, não é. Ajudar a reconstruir uma cidade aleijada por uma administração bandida é, na verdade, um favor que a Câmara, representada por Adão Eridan em seu décimo sexto ano como vereador, vai fazer ao prefeito.
MAS SÓ SE TIVER PELO MENOS 20 (VINTE) VOTOS – E DESDE QUE CONVERSE PESSOALMENTE COM CADA UM.

O “décimo sexto” está em negrito para tentar me convencer de que o sujeito ainda é vereador, já que há quase um ano – mais especificamente no dia 23 de janeiro do ano passado, Adão Eridan foi condenado pela Justiça a perder o cargo, “verificado que, pela extensão da gravidade dos crimes praticados, é absolutamente incompatível a permanência dos aludidos réus em atividades ligadas à administração pública” e a prisão (“…deverá ser expedido pela Secretaria Judiciária os competentes mandados de prisão dos condenados…”).
Depois de amanhã isso faz um ano. Há três meses e meio ele foi re-eleito. Para seu quinto mandato.

A supracitada administração saqueadora foi a de Micarla de Sousa, eleita prefeita em 2008.
Após ter sido eleita vice-prefeita de Carlos Eduardo em 2002.

Enquanto escrevo isto, a página da Prefeitura de Natal está com a imagem abaixo em evidência:

Prefeitura de Natal devidamente maquiada

18.01 – Decreto da Prefeitura de Natal estabelecerá novas normas para dívidas acumuladas até 2012

Agora, sabem o que não aparece em lugar algum da página? (cliquem aqui para uma captura de tela feita às 08:30 do dia 21 de janeiro de 2013)

LEI ORDINÁRIA Nº 6.374, DE 17/01/2013 (Publicada no DOM de 19/01/2013) (PDF)

“Carlos Eduardo sanciona aumento salarial para ele e Wilma em 40%”
Chamando de “subsídio mensal” (dificultando uma busca mais comum pela palavra “salário”), sancionada no dia anterior e publicada no dia seguinte ao propagandeado Decreto que prevê normas para as dívidas acumuladas, o prefeito da minha cidade acaba de aumentar seu salário de 14 para R$ 20 mil.

Nada mal para uma cidade que só deve mais de cento e vinte milhões de reais.

Bela maneira de começar o dia. Ouvindo de um corrupto condenado e re-eleito que, apesar de ser vereador, ele e seus colegas escolhidos pela população só ajudarão o prefeito que quer colocar as contas do município em dia aumentando o próprio salário se este se reunir pessoalmente com aqueles.

Viva Natal!

Abaixo, uma transcrição da Lei municipal publicada no sábado, dia 19.

LEI Nº 6.374, DE 17 DE JANEIRO DE 2013

Fixa o subsídio mensal do Prefeito, do Vice-Prefeito,
dos Vereadores, do Procurador Geral do Município, dos
Secretários Municipais e dos Diretores da Administração
Indireta para o período da Legislatura de 2013 a 2016, e dá
outras providências.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º – Fixa o subsídio mensal do Prefeito Municipal de Natal em parcela única no
valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais); e o do Vice-Prefeito, em parcela única no valor de
R$ 16.000,00 (dezesseis mil reais).

Art. 2º – Fixa o subsídio mensal dos Vereadores para a Legislatura compreendida no
período de 2013 a 2016 em R$ 17.000,00 (dezessete mil reais).

§ 1º – O subsídio de Vereador não ultrapassará 75% (setenta e cinco por cento) do
subsídio estabelecido para Deputado Estadual da Assembleia Legislativa do Estado do Rio
Grande do Norte.

§ 2º – O Vereador poderá renunciar no todo ou em parte o subsídio a que faz jus,
desde que o faça de forma expressa, revertendo-se o valor abdicado em favor da
Administração Pública, ou, ainda, de Entidades Beneficentes, Filantrópicas ou de
Assistência Social, estas últimas mediante indicação do Parlamentar renunciante.

§ 3º – O subsídio mensal dos Secretários Municipais, do Procurador Geral do
Município, do Controlador Geral do Município e dos Presidentes da Administração Indireta
é fixado em parcela única no valor de R$ 12.000,00 (doze mil reais).
Parágrafo Único – Aos Secretários Municipais, ao Procurador Geral do Município,
Procurador Geral da Câmara Municipal, ao Controlador Geral do Município e aos
Presidentes da Administração Indireta, quando pertencentes ao Quadro de Pessoal
Permanente do Município de Natal ou de outro Ente Federativo, fica resguardado o direito
de opção pelo percebimento da sua remuneração de servidor efetivo, acrescida da
gratificação de representação no percentual de 60% (sessenta por cento), sem prejuízo dos
demais direitos e vantagens anteriormente adquiridas.

Art. 4º – Aos subsídios fixados por esta Lei serão sempre asseguradas revisões na
mesma data e sem distinção de índices dos reajustes concedidos ao funcionalismo
municipal, a título de revisão de caráter geral nos termos do artigo 37, inciso X, da
Constituição Federal.

Art. 5º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos
financeiros quanto ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo a partir de 1º de julho de
2013 e 1º de janeiro de 2015, respectivamente.

Art. 6º – Revogam-se as disposições em contrário.

Palácio Felipe Camarão, em Natal/RN, 17 de janeiro de 2013.

Carlos Eduardo Nunes Alves
Prefeito

A piada somos nós

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Dizem que não votar é antidemocrático. Mas e se a minha escolha como cidadão for essa? Não seria muito mais antidemocrático forçar alguém a fazer algo que ela não gosta ou com o qual ela não concorda?
No nosso país o voto é, como vocês bem sabem, obrigatório. Isso é democrático? Eu garanto que se não fossem, o comparecimento nas urnas seria alto o suficiente, da mesma forma que o serviço militar também é obrigatório e eu vi, quando me apresentei para tal, dezenas de rapazes que queriam muito fazer parte do Exército.
Que tipo de democracia precisa obrigar os cidadãos a participar? Se ela for boa o suficiente, pessoas suficientes vão participar de boa vontade.

Outro argumento, um tanto mais ingênuo, diz que se votação não fosse obrigatória, a prática de compra de votos decidiria as eleições. Como se já não fosse assim. Talvez um presidente ou um governador não precise se eleger somente por esse artifício, mas passe quinze minutos numa praça pública no dia anterior a uma eleição e testemunhe o comércio eleitoral.
Sempre lembrando que existe mais de uma forma de comprar votos. Da mesma forma que no comércio legal não é só à vista que se transaciona bens. Um primo meu é candidato a vereador numa cidade com sete mil habitantes e o deputado estadual Tomba deu-lhe dez mil santinhos, o suficiente para imundecer a cidade, comprar garantir o apoio do meu primo (e seus eleitores, indiretamente), de toda a sua família na cidade (que já seria suficiente para elegê-lo sem essa montanha de lixo que vai ser produzido) e do dono da gráfica que imprimiu os papéis. Por exemplo.

Outros ainda dizem que isso fere o processo eleitoral, como se este tivesse valor em si mesmo e merecesse ser escrito como Processo Eleitoral.
Que escolha eu tenho quando (falando especificamente do caso da minha cidade) devo decidir entre um candidato ruim, conhecidamente desonesto, e uma candidata ruim, conhecidamente desonesta? Quando o almoço é arroz à cavala ou omelete de risoto, independente do que eu escolha, vou comer ovo com arroz.

Me mandam muito escolher um candidato pelas suas propostas.
Ora, todo candidato se elege por suas propostas. Toda proposta é linda, toda proposta é abrangente. Ninguém é contra ou a favor do aborto, mas “esse é um assunto que exige uma discussão mais ampla a nível de governo num contexto democrático visando a qualidade de vida e a melhoria da educação e da saúde e, com o seu voto, chegaremos lá!”.
Da mesma forma que ninguém é contra a educação nem a favor do aumento dos serviços, mas todo prefeito até agora defasou os salários dos professores e aumentou o preço das passagens de ônibus. Todos, sem exceção.[1]
Votar num candidato, em Natal, é escolher o nome da pessoa que vai fazer exatamente o que todos seus sucessores fizeram.
Vai continuar abandonando os postos de saúde e hospitais para usar o dinheiro na construção de mais postos e hospitais que serão devidamente abandonados. Vai continuar desperdiçando dinheiro público em propagandas com concorrências falsas (será que a mesma agência de publicidade passou os últimos vinte anos realmente oferecendo o menor preço? Ou será que, como me foi dito por vários amigos publicitários durante uma tal concorrência, o vencedor já foi decidido mas o circo continua precisando ser montado?).

Uma das coisas que despertou meu ateísmo foi ter notado que existem milhões de religiões, todas elas dizendo que estão certas e que todas as outras estão erradas. Como pode? Qual a certa, então? Cada uma só tem um voto a favor e milhões contra.
Coisa pior existe na política. Todo candidato é o único que presta e todos os outros merecem aparecer naquelas propagandas em preto-e-branco sem assinatura e com a foto do opositor num momento constrangedor, como durante uma piscada de olhos ou com a boca torta, enquanto um locutor da voz sinistra discorre sobre tudo de ruim que o sujeito fez. Mas só até uma aliança ser formada, quando ambos os lados se endeusam e aparecem abraçados em palanques.
Política é uma atividade suja num país onde corrupção é a norma (“seu guarda, não me multa, eu dou um trocado”).

E outra; você não fica com “problemas no Tribunal Eleitoral”, como muita gente fala. Depois que você paga a pesada multa de um Real e setenta e cinco, procura no Google por “certidão negativa eleitoral” e imprime o papel dizendo que você está em dia, você está incodicionalmente, como dizem, em dia.

Além disso tudo, o meu voto é irrelevante. E nem me venham com aquela de “se todo mundo pensar assim…” porque todo mundo não pensa assim, o que causa a permanência da irrelevância do meu 1 voto. Qual foi a última eleição (fora de síndico) que foi decidida por um voto? Tenho quase certeza de que houve uma ou outra, mas agora compare esse número com o número de outras eleições que não foram decididas por um ou dez votos.
Irrelevante.
Não recomendo que todos sigam meu exemplo, porque daí surge relevância, mas meu título 0203001416 (sim, eu decorei o número do meu título de eleitor, o mais inútil dos documentos) jamais vai ser “o voto decisivo”. Mesmo porque isso não existe.

———
[1] Uma vez, a passagem de ônibus daqui custava cinquenta e três centavos. Minha mãe, engenheira, foi convidada a ser secretária de transporte do município. Foi convidada não por ser engenheira, mas por ser amiga do então prefeito, como é a norma (secretários não são escolhidos pelo expertise mas pela amizade com o escolhedor).
Nessa época, os empresários de transporte coletivo queriam aumentar a passagem para sessenta centavos, alegando que estavam perdendo dinheiro. Minha mãe então pediu todas as planilhas de custo e estudos de números de passageiros e outros documentos relevantes. De bom grado, os empresários atenderam o pedido achando que iam afogá-la com milhares e milhares de folhas e números e linhas e referências cruzadas.
O que eles não sabiam é que minha mãe tinha passado uma década trabalhando no terminal rodoviário de Natal (durante o final da fase militar da nossa “democracia”, mesma fase em que existia a SUNAB e sua regulamentação de preços) e sua função ali era justamente calcular tarifas de transporte intermunicipal.
Ela levou tudo para casa, fez o que sabia fazer melhor e provou, matematicamente, que não só o aumento era abusivo como a tarifa deveria ser baixada para cinquenta centavos, pois as empresas estavam faturando indevidamente (ninguém jamais recebia três centavos de troco e todos acabavam pagando cinquenta e cinco centavos, dois centavos a mais em cada passagem que não eram exatamente “declarados”).
Ela foi fisicamente perseguida e virtualmente ameaçada e, algumas poucas semanas depois foi exonerada e o seu sucessor gratamente subiu a tarifa para o quanto os empresários quiseram.
Meu sogro foi eleito uma vez e, por não concordar com a patota, foi expulso do sistema eleitoral. Não teria mais partido caso quisesse voltar e, se tivesse, nenhum partido o permitiria se candidatar.

Aí eu vou perder meu domingo para ficar numa fila atrás de uma ruma de véia tagarela para apertar uns pitôcos?

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Ontem eu recebi um email com o título (sic) “COPIAR ESTE EXEMPLO – PALOCCI É EXPULSO DE RESTAURANTE EM SÃO PAULO!!!” e, apesar da abundância de exclamações, abri para ler.

Ao contrário da chamada, o desenrolar da correspondência afirma que Antônio Palocci não foi expulso mas se retirou voluntariamente do restaurante Empório Ravioli ao ouvir de alguns clientes sussurros de “fora ladrão”.
Contendo todos os elementos de um email falso como os que eu costumo desmentir no meu outro blogue (campo de assunto chamativo e em letras maiúsculas, corpo da mensagem com múltiplas cores, apelo para que aquilo seja repassado, palavras inflamatórias, uso incorreto da palavra “apupos”, etc), resolvi checar pelas internets a veracidade do ocorrido e me deparei com (até agora) um único caso afirmando o contrário; o blogue do jornalista Políbio Braga.
Pensei em investigar um pouco mais a fundo até duas coisas acontecerem: lembrei que detesto política e não tenho o menor interesse em saber de fofocas[1] sobre se um sujeito foi chamado de ladrão, e; notei o seguinte detalhe que agora destaco aqui, abaixo:

Cliquem na imagem para ir direto à página dele.

Qual a relevância dele ter ligado para o restaurante de uma marca específica de telefone? No que isso conta para a veracidade dos fatos? E por que ele se refere a ele mesmo na terceira pessoa?
Pela quantidade de vezes que ele usa o termo “iPhone” em conjunto com “do editor”, creio se tratar de uma tentativa de conseguir patrocínio da Claro (porque não adianta ter o da Apple se o telefone deles não funciona em qualquer operadora).

Enquanto isso, fiquei sem saber se Palocci foi chamado de ladrão ou expulso do Empório Ravioli porque o editor do uôleo tentou ligar do seu LG MG377 para alguém, qualquer um, mas a Tim não tem cobertura quando estou sentado próximo a uma parede.
Fica para a próxima! Porque mesmo que isso tivesse acontecido, não há um só ser humano brasileiro que teria coragem de admitir. Pelo menos não os da classe social que frequentam tal estabelecimento (que pelas fotos das minúsculas porções dos pratos do cardápio só pode ser exorbitantemente caro).
Será que nenhum deles tinha um celular com câmera e uma conta no Youtube?

———
[1] Já notaram que a grande maioria dos chamados “blogs políticos” são uma extensão de algumas colunas de jornal e são uma espécie de coluna social on-line? Nunca existem fontes, é sempre “aconteceu” ou “me disseram” ou “eu soube” ou “parece que”.
Palavras medrosas que visam tirar a responsabilidade do escritor? Talvez.
A chave é nunca afirmar nada.

Se existisse uma Caras para políticos, eu acho que o nome mais adequado seria “Rabos”.
Com o subtítulo “presos”.

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Texto transferido para o 42.
Desculpem o inconveniente.
Tudo isto é um grande link. Cliquem aqui para a transferência gratuita para o outro blogue.

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Sábado recente (18 de setembro de 2010), o cantor Fábio Jr. foi trazido pela CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) para fazer um show aqui na minha cidade no encerramento da Liquida Natal, uma promoção generalizada organizada pelo grupo que etc, etc.

Como é de costume (pelo menos aqui em Natal), antes de começar qualquer solenidade/show/evento/X com o mínimo de importância, o puxa-saco mestre de cerimônias cita o nome de todas as “autoridades” citadinas (apesar de eu nunca ter ouvido o nome de nenhum coronel da polícia ou juiz de direito) na esperança de polir um pouco mais o brio dos donos da cidade nossos dirigentes.

Sábado não foi diferente; o sujeito que estava dando nota de quem comanda a capital do meu estado mencionou o nome da excelentíssima prefeita Micarla de Sousa (que pode ser vista aqui comendo bolo). O diferencial naquela noite, como sugere o título acima, foi que o nome da filha do então-senador-que-ganhou-uma-concessão-de-TV foi prontamente agraciado por uma estrondosa vaia que ressoou por todo o estádio Humberto Nesi (que felizmente para a prefeita e seu imenso ego não há de durar muito mais tempo) e que, obviamente, foi imensamente comentado no Twitter:

Clique na imagem para ampliá-la

Retirado do Twitter no dia 20 de setembro de 2010, do endereço http://twitter.com/#search?q=micarla%20vaia.

Logo em seguida, a cúpula do gabinete intelectual da prefeitura, que precisa defendê-la e impedí-la de sofrer qualquer aperreio, afobação, susto, milacria e/ou contato com o mundo real como um todo (porque, aparentemente, toda figura pública do meu estado sofre da Síndrome de Sidarta e, apesar de serem figuras públicas, não podem conviver com a sociedade e com as críticas desta), passou a desmentir que a vaia houvesse ocorrido:

Clique na imagem para o link direto, caso ainda não tenha sido apagado pela autora

(Mariele não deve se dar conta de que em muitos contextos, o discutido aqui sendo um deles, “prefeitura” e “prefeita” são sinônimos perfeitos, 100% permutáveis entre si. Como “seis” e “meia dúzia”.
Por certo ela acredita que estavam vaiando o prédio da prefeitura.)

Porém, as confirmações de pessoas que, ao contrário de Mariele Araújo, não sofrem de surdez seletiva, são em maior número e, do meu ponto de vista, infinitamente mais confiáveis (o show foi filmado pela CDL e o acontecido pode ser confirmado facilmente no videotêipe):

Clique na imagem para o link direto


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Notem, por obséquio, o horário do dois tuítes acima: 20:44 e 20:45, provavelmente enviados alguns segundos depois do ocorrido, sendo os primeiros que eu consegui achar (procurando por “micarla” no Twitter).
Em seguida, notem o de Mariele Araújo, Defensora dos Oprimidos, mais de uma hora depois, às 21:53.

Mas não foram só duas pessoas que comentaram. Não mesmo:

Clique na imagem para o link direto


Clique na imagem para o link direto

Este último foi prontamente respondido por mais um assessor de plantão (que, como outros de seus colegas da equipe de resgate do bom nome da diretora deste município, não estava no ginásio), numa ginástica lógica fenomenal. Percebam:

Clique na imagem para o link direto

Não é um brilhante logicista esse tal de Jean? “Micarla não foi citada -> Vaias não podem existir. CQD
Será que ele dá aulas?

E tem mais! /o\

Clique na imagem para o link direto


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Clique na imagem para o link direto


Clique na imagem para o link direto

Não acaba aí. O que acabou foi meu tempo livre (e minha paciência) para ficar capturando tela e colando aqui. Procurem no Twitter por “micarla” e “vaia” (ou “vaias” e demais variações) e divirtam-se.
Porque não foi a primeira vez que a excelentíssima prefeita da cidade do Natal foi vaiada:

Clique na imagem para o link direto

Do Blog do Gringo, de Dionísio Outeda:

(…)O que a prefeita e seus assessores não esperavam era uma tremenda e sonora vaia da torcida que esteve no Machadão para acompanhar o coletivo de apronto.

Leia o resto direto na fonte clicando aqui.

Vão me acusar, certamente, de estar fazendo campanha para prefeito, no entanto eu posso envenenar o poço antes citando o único argumento (falacioso) que pode ser usado contra mim por essas pessoas.
E agora, vocês vão dizer o quê?
Qualquer crítica que um político norte-riograndense receba é rebatido não com argumentos que combatam a crítica, mas com berros de “herege!”.
Queridos políticos do meu estado; o nome disso é ad hominem. E eu sei que o link é da wiki-pt, mas vocês não merecem coisa melhor.

Ah, a enxurrada de baba não acabou no Twitter:

Clique na imagem para o link direto

Felizmente eu não tenho uma conta de Orkut e não vou colar aqui o furdunço. Quem se interessar em baixaria pode ir procurar.
E para não dizerem que eu sou parcial, deixo aqui uma palavra dela, a agraciada pelos motejos e apupos portiguares, adorada pela sua assessoria e sempre lembrada em eventos natalenses, Micarla de Sousa:

Clique na imagem para ver a página completa


Destaque para a palavra “mentira”.

E não se esqueçam: em 2012, votem em mim.


Mas sai aqui. Pelo menos.

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Senador “Mão Santa”, PMDB/PI em pronunciamento transmitido ontem, 24 de junho, pela Rádio Senado, por volta das oito e meia da noite, passou alguns minutos contando uma estória de um amigo piauiense seu que era gago.
(O fato de ele ser gago foi muito bem estabelecido pelo elevado número de vezes que o senador disse “eu tenho um amigo e ele é gago, eu tenho um amigo e ele é gago”.)
Além de totalmente desinteressante e desprovida de sentido, moral ou propósito, pouco antes do final da narrativa, Mão Santa disse: “Eu tenho um amigo e ele é gago, aí ele pede pra falar, mas aí eu digo ‘como você pode querer falar se você sempre gaga?’…”

Pouco depois, o mesmo Senador Federal diz que o Brigadeiro Eduardo Gomes foi um herói que “derrubou a primeira ditadura civil” (ignorando talvez o fato de ele ter participado da ditadura militar como Ministro) e que cunhou a frase “o preço da liberdade é eterna vigilância” (geralmente atribuída a Thomas Jefferson, é mais provável que seja de John Curran, morto 80 anos antes do nascimento do brigadeiro).
Erros de atribuição à parte, logo em seguida ele convoca todos os senadores a continuar seus imprescindíveis esforços e continuar vigilando em favor da democracia.

Aquele que não gaga se mantém vigilando
-Francisco de Assis de Morais Souza-

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Vou começar a colocar links pras coisas antigas e mais interessantes (quem escolhe se é interessante ou não sou eu, mas quase tudo aqui foi escrito por mim de todo jeito), para ninguém ter que ir lendo um por um (apesar de eu achar que devem).

Este é um dos mais antigos e nem é sobre ciência, mas eu quero que todo mundo do mundo leia a estória. E depois leiam isto. É sobre um ladrãozinho metido a besta que ronda por aqui.

A cura rápida e certeira para suas ressacas (eu não vendo nada por aqui, mas ao vivo podemos conversar).

Escreva (e depois apague). Tudo sobre lápis(s)

A matemática é nossa amiga (ou, como a falta de preparo para uma entrevista pode render uma boa malhada). Terremotos e escalas.

Uma homenagem aos nossos irmãos de cor (ou um poema apaixonado, fica a seu critério).

Fotos ótimas (sensações melhores ainda). 18 anos de Telescópio Espacial Hubble.

Placebo (não a banda). Por que são usados?

Entenda como os cachorros vêem (e porque podemos dizer isso com certeza). A visão canina explicada.

O céu é azul (mas só às vezes).

Veja agora como perder peso e se manter saudável! (novamente, não vendo nada por aqui…). A dieta certa para você.

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não desistam de mim.
Até a próxima!
=¦¤þ

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