Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Novidades’

A primeira versão você encontra neste link.

Tudo bem (nem tanto, mas…) misturar os livros de agropecuária com os de ciências biológicas. O que complica é não diferenciar “técnicas para reprodução sexuada satisfatória” de “técnicas para satisfação sexual reproduzíveis”.

Não consigo decidir a qual categoria listada os volumes pertencem.

Não consigo decidir a qual categoria listada os volumes pertencem.

Outro problema que vejo é, na prateleira de baixo, encostar Energia: O Vício da Civilização em 50 Tons de Prazer e 50 Tons de Êxtase. Dá ao Os 50 + Importantes Livros em Sustentabilidade um novo significado, se é que você me entende. “Sustentabilidade”.

E, na prateleira de baixo, 50 Tons de Prazer e 50 Tons de Êxtase. Novamente, não sei em qual categoria.

Novamente, não sei em qual categoria.

Read Full Post »

O preço é bom. Eu perguntei quanto era e a resposta me custou só cinco reais.

Venda de informação: o futuro.

Read Full Post »

Read Full Post »

11.11.11

Ainda prestando atenção?
Só tem mais uma data assim na sua vida.

Read Full Post »

O Código Civil Brasileiro, em seus artigos 98 e 99, define bens públicos assim:

Art. 98. São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for a pessoa a que pertencerem.

Art. 99. São bens públicos:
I – os de uso comum do povo, tais como rios, mares, estradas, ruas e praças;
II – os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias;
III – os dominicais, que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades.
Parágrafo único. Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado.

Ou seja, dinheiro é bem público (bem implicitamente, mas é).
O artigo 163, parágrafo único, inciso III do Código Penal Brasileiro considera dano qualificado o ato de “destruir, inutilizar ou deteriorar” o “patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista”.
A pena para esse tipo de crime pode ir de seis meses a três anos de cadeia e inclui multa.
Eu não sei como caracterizam “deterioração”, mas creio que riscar dinheiro conte como tal.

Resumindo: rasgar dinheiro é crime (destruição, inutilização), riscar dinheiro ou escrever em notar é crime (deterioração).
Logo, não precisamos receber dinheiro rabiscado com correntes de fé ou simpatias, e ainda devemos denunciar os portadores pois eles são, no mínimo, suspeitos (desconhecimento da lei não justifica seu descumprimento).

“Mas Igor, e o artigo 43 do Decreto-Lei 3688/41 não diz que recusar-se a receber moeda de curso legal no país pode gerar multa?”
Sim, diz. Multa que vai de absurdos duzentos mil réis a dois contos de réis. Cáspite!
Porém, eu não acho que essa regra se aplique a dinheiro rasgado, manchado, riscado, cuspido ou feito chaveiro (eu achei uma moeda de 1 Real furada e hoje ela está presa à chave do meu carro). Mesmo porque, o Banco Central recomenda que pessoas físicas ou jurídicas não são obrigadas a receber cédulas rabiscadas, rasgadas e coladas ou faltando pedaço, pois “toda cédula danificada só vale para ser depositada, trocada ou utilizada para pagamento em estabelecimento bancário, que a enviará ao Banco Central para ser destruída.

Não é fascinante o mundo do dinheiro?
(Abra seu dicionário favorito no verbete “dinheiro” e veja a quantidade de sinônimos diferentes. É uma festa!)

Read Full Post »

Aquela rodinha abolotada não é apenas para denotar carregamento do vídeo. Não.
Enquanto o vídeo carrega, use as setas do teclado e esqueça por alguns minutos o quão lenta é a sua conexão.

(Prepare-se para ter a mente estourada. #mindblow)

Felomenal, né?
Mais uma vez, de nada.

Read Full Post »

Passei alguns dias em São Paulo e, ao passar perto da Faculdade da Medicina da USP tive uma ideia que visa diminuir o risco de infecção hospitalar e/ou contaminação de transeuntes; uma simples camiseta.
Como sou extremamente altruísta, resolvi desenhar e disponibilizar aqui no meu blogue, gratuitamente, dois modelos. Um para estudantes e outro para os médicos.

Esta camiseta é parte da campanha para um mundo mais limpo senão menos bossal.


Atrás, em letras maiores, tem escrito “SOU ESTUDANTE DE MEDICINA DA USP”, em negrito.

Na campanha contra contaminação desnecessária não é necessário deixar seu status de lado!

E, numa daquela coincidências pouco interessantes, Atila blogou justamente sobre isso sábado passado em “Médico, para que o jaleco?“.

Espalhem, mostrem os modelos acima aos seus amigos e vamos, mantendo os egos intactos, limpar um pouco mais nossas ruas.

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: