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Posts Tagged ‘Medicina’

Só faltou o antigo (e fisicamente impossível) "não ocupa espaço".

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Passei alguns dias em São Paulo e, ao passar perto da Faculdade da Medicina da USP tive uma ideia que visa diminuir o risco de infecção hospitalar e/ou contaminação de transeuntes; uma simples camiseta.
Como sou extremamente altruísta, resolvi desenhar e disponibilizar aqui no meu blogue, gratuitamente, dois modelos. Um para estudantes e outro para os médicos.

Esta camiseta é parte da campanha para um mundo mais limpo senão menos bossal.


Atrás, em letras maiores, tem escrito “SOU ESTUDANTE DE MEDICINA DA USP”, em negrito.

Na campanha contra contaminação desnecessária não é necessário deixar seu status de lado!

E, numa daquela coincidências pouco interessantes, Atila blogou justamente sobre isso sábado passado em “Médico, para que o jaleco?“.

Espalhem, mostrem os modelos acima aos seus amigos e vamos, mantendo os egos intactos, limpar um pouco mais nossas ruas.

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Eu, vidente.

Eu previ o resultado do Nobel de Medicina, que foi para Harald zur Hausen, o descobridor do HPV!

explico

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Fim-de-semana.
Eu não escrevo nos fins-de-semana, mas tem gente que vem aqui dar uma lidinha no que eu disse durante a semana.
Para tais indivíduos, eu faço compilações (é nessa hora que vocês se sentem apreciados e ruborizam por eu lhes dar atenção)!

Sem mais delongas (fora essa última frase, esta aqui e a próxima), vamos aos links.

Começando pelo começo, a antologia completa desse arrumado:
Primeira tentativa – ressaca, lápis, terremoto e fotos;
Segundo round – música, polêmica, luz e coincidências;
Terceiro reich – mosquitos, formigas, sabão e atração;
Quarto movimento – nomes, vidência, jogatina e alucinações;
Quinto colocado – sonar, álcool, relógios e trens.

Agora, os “novos”:

O peso (e as medidas) das coisas;

Decapodes ajudando a produzir o próprio habitat (fez sentido na minha cabeça…);

Divulgação nem sempre é uma coisa boa (ou pelo menos nem sempre é bem feita);

Como fazer uma professora de primário tremer (sem precisar sacudir mecanicamente);

Água suja, desmatamento, colonização, idiotas e seus filmes (é sobre o meio-ambiente não, podem ler sem abuso);

Da umidade da legislação (e da aferição de medidores);

E por enquanto é isso aí mesmo…
Posso escrever muito não e já me alcancei.
Acho que outro apanhado destes só ano que vem.

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Aos meus duzentos e poucos leitores (!!), setenta e tantos dos quais de assiduidade diária (!!!!), venho informar que estou impedido de digitar (escrevo isto com um lápis, firmemente preso entre meus dentes, enquanto saboreio o doce sabor da madeira molhada e da argila com grafite que me mancha a língua) e, portanto, serei obrigado a tirar uma semana de folga.
Só voltarei a publicar artigos segunda-feira, 4 de agosto.

Talvez.
Dependo de permissão de meus esculápios.

Preciso ainda relatar que meu fim-de-semana foi excepcionalmente ótimo.
Festa(s) boa(s), gente boa, dormida(s) boa(s).
Melhor que esse, só outro desse (com o chuveiro despejando água quente sem interrupções).

Tentem todos ter uma boa semana enquanto aproveito minhas férias minha licença médica.

=¦¤þ

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Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente.

Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”.

Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se.

Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante.
Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!);

publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes);

expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem);

aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar);

tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados);

expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos;

falei um pouquinho sobre álcool e joguei umas charadas no meio (para desviar a atenção do assunto real: densidade);

compartilhei com meus leitores a melhor maneira de acertar seus Medidores de Passado;

dei algumas razões práticas para a diminuição da minha pegada carbônica (e um mapa para a minha casa, para os que estão prestando atenção);

também inclui instruções de como construir ferrovias internacionais sem o uso de energia (nas ferrovias, não nas construções).

Escrevi mais que isso, mas preciso deixar alguma coisa para o próximo fim-de-semana.
Vão clicando aí no Calendário ali em cima, nas Etiquetas lá embaixo, nas Categorias aqui ao lado, para coisas minhas, ou nos links Nacionais e Internacionais para ver coisas de outros.

Quem quiser me conhecer, clique aqui ou no meu nome aqui no lado direito (abaixo de Autor).

E comentem. Preciso saber se tem alguém gostando (senão eu choro).

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não vão embora, eu sei fazer uma massagem Ótima!
Até a próxima!
=¦¤þ

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Nullius in Verba.
Quem não arrisca julgar um livro pela capa, não petisca cara de gato achando que é coração de lebre.

Eu ouvi dizer que quitosina (ou quitosana), um derivado da quitina, e que é encontrada nas carapuças de crustáceos, ajudaria a combater obesidade, englobando a gordura (impedindo sua absorção) consumida imediatamente com a substância, através de ingestão acidental e imperceptível da casca de caranguejo junto com sua deliciosa carne, sendo esse, talvez, o motivo de algumas pessoas não se darem com tal iguaria. Se a gordura não está sendo absorvida, pois está englobada pela quitosana, tem que ser excretada com certa urgência (“quanto mais gordura no bolo fecal, mais rápido ele quer sair”, foi o teor da frase proferida).
Como eu tenho essa mania feia de duvidar de tudo, resolvi pesquisar por mim mesmo em páginas de estudos médicos e clínicos (PubMed, Cochrane Library, MedLine, etc) conduzidos cientificamente e submetidos a revisão por pares.

A wikipédia diz “Quitosana é uma fibra natural retirada na maioria das vezes de crustáceos como camarão, lagosta e carangueijo (sic). É usada na indústria para absorção de gordura, ou ainda no controle de algumas doenças de plantas.”
A entrada que contém o texto acima não contém link algum para estudos ou o mínimo de corroboração. Ou seja, serve de nada.

Um dos estudos que eu encontrei foi uma revisão e comparação de estudos feitos anteriormente (post hoc) e conclui que:

Chitosan is a widely available dietary supplement that claims to aid weight loss and blood cholesterol levels. Trials of chitosan to date have varied considerably in terms of quality. The review suggests that chitosan may have a small effect on body weight but results from high quality trials indicate that this effect is likely to be minimal.

Ou, em bom português:

Quitosina é um suplemento alimentar dietético amplamente disponível que afirma ajudar na perda de peso e níveis de colesterol. Testes atuais de quitosana têm variado bastante em termos de qualidade. A revisão sugere que a quitosana tenha um efeito pequeno no peso corporal mas estudos de qualidade melhor indicam que esse efeito é muito provavelmente mínimo.

Outro estudo concluiu que “o consumo de tabletes de quitosana é seguro, mas que não há efeito significativo nas concentrações de colesterol.”

Logicamente, há também estudos que sugerem que a substância ajuda sim na depleção de gordura do organismo e até na redução do colesterol ruim (LDL).

O intuito deste artigo não é provar ou desprovar a eficácia do polissacarídeo na redução de gordura e colesterol (quem há de fazer isso são os pesquisadores), mas divulgar (usando esse exemplo que eu achei no bolso da minha bermuda) Pensamento Crítico.
Não tomem a palavra de uma só pessoa como prova, pesquisem, vão atrás, cavem um pouco mais fundo atrás de provas consistentes.
Perde-se um tempinho, mas a recompensa é boa.

Quando uma coisa parece boa demais para ser verdade, geralmente o é.

Existem sim drogas e compostos que, comprovadamente, reduzem drasticamente a absorção de gordura no organismo, mas até agora, a quitosina não foi incluída pela comunidade médica como um deles.

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