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Posts Tagged ‘Física’

LHC

LHC: ESTRÉIA EM DEZ DE SETEMBRO.
Levou 14 anos e US$8 bilhões para construir e acelerará prótons a 7 TeV, os fará colidir e examinará os destroços.
Pessoas geralmente perguntam o que isso fará pelo mundo. É a maior aventura de nossas vidas. Não curará doenças, não lutará em guerras nem nos deixará ricos.
Estamos seguindo o caminho inverso através da lei de causa e efeito em busca da primeira Causa.
Podemos nós, minúsculos grãos de matéria em um planeta insignificante, realmente fazer isso?

Tradução de parte do artigo de Bob Park do dia 8 de agosto.

Eu me pergunto: Isso realmente vale a pena?
E eu mesmo me respondo: Vale. Por que não valeria? A busca pelo conhecimento pelo interesse da própria busca pelo conhecimento é tão válida quanto por qualquer outro motivo (a busca pela aprimoração de caráter, por exemplo).
Isso é o primeiro passo para outros caminhos. Depois de ver um risco de luz numa chapa fotossensível, podemos aplicar esse conhecimento bruto em algo mais refinado (Renan, socorro! Preciso de justificativas!).

Dia onze de setembro, no Lablogatórios, se o mundo não tiver sido chupado para dentro de um buraco negro e eu não tiver esquecido/tido preguiça/deixado de ligar/sido incapacitado, comentarei mais sobre nosso amigo, o Acelerador de Partículas.

Boas festas!

P.S. Já falei de MHC, agora de LHC. Se continuar nessa progressão, em breve, cometerei uma cacofonia…

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Fim-de-semana.
Eu não escrevo nos fins-de-semana, mas tem gente que vem aqui dar uma lidinha no que eu disse durante a semana.
Para tais indivíduos, eu faço compilações (é nessa hora que vocês se sentem apreciados e ruborizam por eu lhes dar atenção)!

Sem mais delongas (fora essa última frase, esta aqui e a próxima), vamos aos links.

Começando pelo começo, a antologia completa desse arrumado:
Primeira tentativa – ressaca, lápis, terremoto e fotos;
Segundo round – música, polêmica, luz e coincidências;
Terceiro reich – mosquitos, formigas, sabão e atração;
Quarto movimento – nomes, vidência, jogatina e alucinações;
Quinto colocado – sonar, álcool, relógios e trens.

Agora, os “novos”:

O peso (e as medidas) das coisas;

Decapodes ajudando a produzir o próprio habitat (fez sentido na minha cabeça…);

Divulgação nem sempre é uma coisa boa (ou pelo menos nem sempre é bem feita);

Como fazer uma professora de primário tremer (sem precisar sacudir mecanicamente);

Água suja, desmatamento, colonização, idiotas e seus filmes (é sobre o meio-ambiente não, podem ler sem abuso);

Da umidade da legislação (e da aferição de medidores);

E por enquanto é isso aí mesmo…
Posso escrever muito não e já me alcancei.
Acho que outro apanhado destes só ano que vem.

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Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente.

Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”.

Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se.

Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante.
Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!);

publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes);

expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem);

aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar);

tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados);

expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos;

falei um pouquinho sobre álcool e joguei umas charadas no meio (para desviar a atenção do assunto real: densidade);

compartilhei com meus leitores a melhor maneira de acertar seus Medidores de Passado;

dei algumas razões práticas para a diminuição da minha pegada carbônica (e um mapa para a minha casa, para os que estão prestando atenção);

também inclui instruções de como construir ferrovias internacionais sem o uso de energia (nas ferrovias, não nas construções).

Escrevi mais que isso, mas preciso deixar alguma coisa para o próximo fim-de-semana.
Vão clicando aí no Calendário ali em cima, nas Etiquetas lá embaixo, nas Categorias aqui ao lado, para coisas minhas, ou nos links Nacionais e Internacionais para ver coisas de outros.

Quem quiser me conhecer, clique aqui ou no meu nome aqui no lado direito (abaixo de Autor).

E comentem. Preciso saber se tem alguém gostando (senão eu choro).

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não vão embora, eu sei fazer uma massagem Ótima!
Até a próxima!
=¦¤þ

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Lógico que faz.

Durante o meu curso (Engenharia de Áudio e Acústica) eu me envolvi numa discussão acalorada com um professor meu sobre isso.
O ponto de vista dele era “filosófico” (novamente, essa palavra é boa para tentar validar qualquer estupidez e disfarçar sua irrelevância), ou seja, antropocêntrico.
Um som só seria um som se ele o ouvisse.
Ou alguém humano como ele.

A definição técnica (e a que deveria ser sempre usada dentro de uma sala de aula com Acústica Avançada escrito na porta) de som é: Fenômeno acústico que consiste na propagação de ondas sonoras produzidas por um corpo que vibra em meio material elástico.
Ou seja, Som é “transmissão de ondas físicas (sonoras) através de um meio”.

Dizer que a árvore não faz barulho quando cai porque não há alguém para ouvir é como um cego dizer que não existe mundo.

Outro espertíssimo professor (de Trilha Sonora para Filmes e TV) do mesmo curso levou a patética tentativa de fazer algo totalmente ridículo soar plausível para pessoas sem conhecimento específico de Física o filme What the #$*! Do We Know!? para a sala e tentou, sem muito êxito, construir uma ponte entre aquela idiotice e nosso trabalho com som (algo como nos fazer usar física quântica ao mixar um disco, mas não lembro bem, pois estava com a cabeça ocupada tentando desmentir todas as cenas do vídeo).

Quando o DVD acabou e ele terminou seu discurso, eu tentei explicar (o pouco que sabia na época) o que era Física Quântica, como as coisas do mundo funcionavam e porquê aquilo tudo era uma enganação que tinha como alvo pessoas razoavelmente inteligentes mas com um ponto-cego para explicações pseudocientíficas com nomes semicientíficos e que aparentam fazer sentido.
Em vão.
Ele já havia sido capturado pela armadilha do “você pode se dar bem, basta desejar forte o suficiente”.

O ponto do filme em que mais me concentrei e a que mais me ative foi uma cena onde uma “Ph.D” (em Sacanagem Avançada e Aplicada, creio) afirma, com uma convicção que deixaria P.T. Barnum se achando inepto na arte de Enganar Otários Com A Cara Limpa, que quando os Astecas avistaram o primeiro navio espanhol que surgiu no horizonte americano, eles, na verdade, não o viram.
Apenas notaram um distúrbio nas águas e no ar ao redor da nave, mas por se tratar de algo tão inusitado, inesperado e irreconhecível, nenhum deles conseguiu formar, em suas retinas, a imagem de um navio, até chegar o chefe da tribo, um homem muito sábio que disse “o que está causando esse fenômeno é um navio” aí passou a descrever o veículo, o que causou, imediatamente e em todos ao mesmo tempo, que vissem o barco se aproximando.
Primeira coisa que eu disse: Como é que essa mulher sabe disso? Teria ela discutido com o espírito do velho Pajé?
Segunda coisa: se nenhum deles viu o barco por se tratar de algo diferente e bizarro, será que matutos do sítio teriam cegueira direcionada a aviões e prédios altos?

Nessa imbecilidade obra pude conhecer também um sujeito que acredita que água, quando xingada, acha ruim e cria “cristais” que guardam uma memória do abuso.
Para provar sua teoria, ele mostrava copos de água pura que foram bem tratadas e elogiadas e copos, contendo o que ele dizia ser a mesma água (mas que claramente continham água suja e CONGELADA), que estariam impuras por terem sido maltratadas.
Conclusão do gênio: nós que, segundo ele, somos compostos de mais de 90% de água (está mais para 60 a 75%, mas isso é um dado difícil de obter e de pouca importância para um Doutor em Filosofia do calibre do cientista experimentador que cria uma hipótese dessas sobre ÁGUA e o CORPO) devemos procurar quem nos trate bem para que não fiquemos sípidos, nodoros e colores como seus copos mágicos.

Pessoas realmente gostam de acreditar em besteiras.

Meu curso foi muito bom, me ensinou muito sobre Gravação, Mixagem, Edição (minha especialidade) e Masterização, como também sobre Física (aplicada a som), História (da música e da produção e gravação sonora), um pouco de Arquitetura básica (design interior de estúdios) e, por essas e outras, Pensamento Crítico.

Passei semanas e semanas enfiado em uma das melhores bibliotecas do mundo com acesso fácil e rápido a virtualmente qualquer livro que quisesse e li até sangrar os olhos (figurativamente), mas infelizmente, nem o volume monstruoso de informação que obtive em três anos de estudos foram suficientes para convencer um professor de Acústica que som não é necessariamente “aquilo que se escuta” e um outro, de História Fonográfica, que Probabilidade Quântica não é um fenômeno macroscópico.

Outra coisa que aprendi no meu curso: não sou bom em desconverter os outros.

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Seguindo a minha mais nova tradição, apresento a terceira coletânea de artigos que acho interessantes para que os recém-chegados e leitores de fins-de-semana não precisem se cansar fuçando demais.
A primeira está aqui, a segunda está aqui.
Se se interessar, clique na palavra sublinhada.

Artigo puramente filosófico sobre traição (“filosofia” é uma palavra boa para se usar nesses momentos, porque protege qualquer barbaridade que se escreva). Vegetarianismo explicado.

Como finalmente acabar com a Dengue (numa cidade como Natal).

Para os que já queimaram o foquito (e se perguntam por quê). Lâmpadas que deixam de funcionar.

Mentir é feio (mas não é o nariz que cresce). Um pequeníssimo guia de falácias.

Ô ô ô, sorria… (e aprenda a criar rostos com símbolos). Uma palavra grande com um significado maior ainda.

Que bundinha gostosa… (o conteúdo também é bom, segundo alguns). Formigas, Parasitas e co-evolução.

Relaxe (sério, relaxe…). Um texto sobre a nossa importância no Universo.

Vários nomes grande e coisas que você não sabia (nem se interessava em saber) sobre sabão.

A sabedoria do Rei do Baião (e porquê Bio-química é tão importante hoje em dia). MHC vs. Atração Sexual.

Homenagem devida aos fisicistas (e mil links). Participação na blogagem coletiva no dia do Físico.

Mais uma vez, uma aula de como ser mal-sucedido no mundo do crime.
Um sujeito desprovido de caráter mas com um nome conhecido.
Depois leiam isto.

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não desistam de mim, estou sempre por aqui.
Até a próxima!
=¦¤þ

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Segunda coletânea, para os novatos e visitantes esporádicos.
A primeira está aqui.
Se se interessar, clique nas palavras sublinhadas.

Iniciando os trabalhos de hoje, algo um pouco diferente. Uma música minha (cliquem no grande botão azul onde está escrito Download Now e depois de uma contagem regressiva, em Click here to download this file).

Um artigo muito importante e tão antigo que ficou de fora do primeiro apanhado, sobre como alguns números são grandes demais para a nossa compreensão imediata. Um bilhão em números.

Quem não gosta de sangue, não clique aqui (“aqui” que eu digo é num vídeo que tem lá, o resto é bastante inócuo para hemofóbicos). Uma rápida explicação sobre sangue e uma nesga de utilidade pública.

Uma dupla de artigos escrito por uma dupla de chatos, mas que devem ser lidos, porque importam (somos chatos, mas somos pertinentes). Células-Tronco e a polêmica legal em torno delas.

Mais nomes grandes (e coincidências maiores ainda). Coincidências existem.

Truques para a vida (ou quase, deu preguiça no dia). O Método Científico.

Tudo sobre Luz (e como usar um rádio para esquentar seu telescópio). Espectro Eletromagnético em duas partes.

Visitantes espaciais (e como conversar com eles). Alienígenas e ceticismo.

Descubra como acertar seu relógio biológico dançando (ou quase isso). Noel Rosa, alguém?

Uma orgia (visual). Vários experimentos legais e interessantes.

Finalizando por hoje, novamente (quero que todo mundo no mundo leia), uma estorinha não-científica sobre um ladrãozinho com ilusões de grandeza. E depois leiam isto.

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não desistam de mim tão fácil, eu faço valer a pena mais tarde.
Até a próxima!
=¦¤þ

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No início do século XX (20, para os não-romanos dentre nós), o mundo sofreu mudanças radicais em quase tudo.
Arte, Ciência, Religião, Sociedade, Tecnologia.
Isso está sempre mudando o tempo todo, mas nessa época (e para o meu argumento fazer sentido) a mudança foi ligeiramente mais brusca e obtusa.

Por exemplo:

Fomos da beleza e detalhes de Raphael Sanzio:
raphael

Para para a (err…) emoção de Pablo (Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Martyr Patricio Clito Ruiz) Picasso (o nome dele completo é esse mesmo, sério!):
pablo

Do primor harmônico da Primavera de Vivaldi:

Para a desarmonia e desritmia da Sagração da Primavera de Stravinsky:

E de um mundo organizado (por Newton), onde a massa dos corpos exercem uma força de atração uns nos outros (Gravidade) e Luz era uma onda (“onda” não de “tu tá de onda, mermão!” mas “onda” como as sonoras ou as do mar) para um universo COMPLETAMENTE LOUCO (por Einstein) onde Massa não só pode ser transformada em Energia (e vice versa!!!) como também CURVA O TECIDO DO ESPAÇO-TEMPO¹ e a Luz não é só mais uma onda como é também uma partícula (AO – MESMO – TEMPO – !!). Uma partícula sem massa mas que, como é feita de Energia que é intercambiável com Massa, sofre efeitos da Gravidade ao resvalar em um desses Poços Gravitacionais causados por corpos imensamente descomunais, como Planetas e, mais ainda, Estrelas.

¹ Isso aqui não dá para explicar no meu formato-padrão de parênteses, mas é simples. Mais ou menos. É o seguinte: nós vivemos num mundo com quatro dimensões, sendo três espaciais (cima-baixo, esquerda-direita, frente-trás) e uma temporal (o tempo) e elas se juntam num negócio chamado (arbitrariamente, como o seu nome, caro leitor) Espaço-Tempo (que é também comparado a um tecido, que pode ser dobrado, rasgado, costurado, etc., mas sem muitos detalhes por enquanto).
O esquema da curva no tecido é fácil de visualizar como um pano bem espichado (estirado, esticado, tensionado), como o piso de uma cama-elástica, mas de algodão, como um lençol de cama.
Próxima visualização é uma biloca (bila, bola-de-gude, bolota, tecão) posta em cima do tecido. O peso da bolinha de vidro vai criar uma depressão (ou poço) no pano.
Agora, aumentando o cacife (aposta mínima), imaginem uma bola de boliche (ou de canhão, dependendo de com quem vocês andem…) em cima do mesmo pano, mais ou menos perto da biloca. Esse segundo poço criado vai ser bem maior e, dependendo da distância, vai fazer com quê a bola menor role pro lado da maior. Se a pequena já estivesse se movendo a uma certa velocidade numa direção fixa e ficasse bem na beiradinha do buraco criado pela grande, aquele entraria em órbita deste (ou seja, ficaria circulando ao redor da bola maior).
Isso é uma curva no tecido, sendo que o meu exemplo só tem duas dimensões (direita-esquerda, frente-trás) e o Espaço tem três.

Eu não sei como Pablito fez o dele (talvez estivesse “de onda” e depois que ficou famoso não quis dar o braço a torcer) nem como Igor achou que aquela música ia dar certo (ou estava sendo tocada certo… talvez ele fosse meio môco), mas eu sei como Albert chegou à conclusão dele.
E envolve o nosso país!

Einstein pensou: “Se eu estiver na Terra, dentro duma câmara totalmente selada, eu saberei que lado é para baixo porque meus braços em repouso tendem a cair, as coisas que eu soltar também cairam, eu sinto o meu peso me puxando para baixo e assim por diante. Alternativamente, se eu estiver na mesma câmara vedada, no espaço, longe de uma influência gravitacional, mas estiver sendo acelerado constantemente, segundo as Leis de Newton, terei a mesma sensação de peso, as coisas continuaram caindo em direção contrária ao movimento, me dando assim um sentido de baixo-cima. Se essas duas coisas forem verdade, a Massa do Planeta, que gera Gravidade, tem que (ou deveria) ser análoga ao movimento de aceleração que simula Gravidade mas que não envolve Massa, somente Energia. Ou seja, Massa e Energia devem ser equivalentes e relacionados.”

Duma lapada só ele criou o campo de Física Teórica (diferente da Física Experimental ou Observável) e uma teoria que revolucionou TUDO (TV via satélite só existe por causa disso). Só precisava de uma confirmação prática.

Aí é onde entra o inglês Arthur Stanley Eddington. Ele queria porque queria que o alemão das mechas eletrostaticamente carregadas estivesse certo. Aí, em 1919, catorze anos após a publicação da Teoria da Relatividade Especial, ele foi até a ilha de São Tomé e Príncipe para observar um eclipse total do Sol e mandou um estepe para o Brasil (ÊÊÊÊÊÊÊÊ!!! É TETRA, É TETRA!!) para o caso de haver nuvens onde ele estava.

Mas o que isso tem a ver com qualquer coisa?

Se a teoria de Einstein fosse correta, a Luz teria que ser afetada por um campo gravitacional forte, como qualquer partícula seria. A luz de uma estrela distante, quase por trás de Sol, quando observada daqui, seria desviada um pouquinho para dentro, porque seria puxada pela gravidade. Mas só é possível ver uma luz bem fraquinha bem próxima de uma luz bem forte se a intensidade desta diminuir consideravelmente. Como acontece num eclipse total!

Genial!

Eddington foi, mediu, confirmou na prática o diabo da Teoria (que previa exatamente o que deveria ocorrer) e foi para casa colher os louros da fama (eu não li a biografia dele, isso que eu disse é provavelmente mentira, ele deve ter morrido sozinho e com frio).

Albert Einstein (que virou o primeiro, e até agora, único cientista com status de Pop Star), Igor Stravinsky e Pablo Picasso revolucionaram não só seus campos, como também o mundo.
E não que já não houvessem loucos antes. O que mudou foi a Sociedade que passou a aceitá-los.

Ô vidinha mais ou menos…

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