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Posts Tagged ‘Evolução’

"Você se ligue."

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Evolução

Eu queria ver o momento em que fomos de:

“Pelo que fizeste, com o intuito somente de ajudar a um semelhante, me sinto humilde e obrigado a agradecer sem demora, renovando os votos de apoio incondicional caso venhas a necessitar de apoio em algum momento da sua jornada por esta vida.”

e

 “O que fiz, não fiz por crédito ou troca de favores, mas tão somente para fazer cessar a aflição que de nada me beneficiaria ao ver um igual em situação pobre mas remediável e pelo sentimento de gratidão que me completa ao realizar tal tarefa.”

Para  “obrigado” e “de nada”.

Porque a transição desses últimos para “blz” e “quéisso” eu acompanhei.

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De novo.

em número quanto é 1 bilhão? – Um exemplo de pergunta que contém a própria resposta.

tecnicas de enchimento de rosto a lapis – Ui!

Piada que contenha começo, meio, e fim. – Eu acho que conheço o sujeito que procurou isso. Um tal que não gosta de contar o fim das piadas…

mim dê exemplos de materiais gasosos? – ¿

chapéu fada + bruxa + molde – Semana passada eu estava pensando em profissões extintas e uma delas é reformador de chapéu.

quero números fortes para jogar na maga senaDOIS!!!

Em que parte do corpo estão receptores da visão,do alfabeto e do paladar? – Assim que eu parar de rir eu penso em algum comentário..

E para manter a tradição, qual o primeiro esporte praticado no mundo? Acho que a corrida evolutiva.

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Formas de pensar

A abordagem mais precisa nem sempre é necessariamente a melhor.
Ou a mais prática.

Sexta-feira, quinze minutos para o fim do expediente.

Diálogo com uma colega de trabalho, iniciado por mim:

– E aí, vai sair hoje?
– Vou não, tenho que me depilar ainda… Por que, estava pensando em ir aonde?
– Não sei, queria exatamente uma sugestão de um lugar novo, ando meio abusado dos lugares de sempre.
– Pois é, eu ouvi falar de um lugar muito bom ali em Ponta Negra… (nesse momento minha mente divaga, ainda pensando nessa depilação que, aparentemente, ou leva uma noite toda para ser executada ou incapacita a depilada a ponto desta perder um turno inteiro em agonia, e não escuto o nome do lugar).

Mais um pouco de conversa-mole se desenrola enquanto os minutos finais passam dolorosamente devagar, como se o relógio afixado à parede estivesse cruzando o horizonte de eventos de um buraco negro e cada segundo demorasse uma literal eternidade para completar seu trajeto na seta do tempo, onde os ponteiros jamais obtem energia suficiente para adquirir a velocidade de escape para fugir da altíssima gravidade gerada pelos últimos cinco minutos de uma semana trabalhosa.

(Pensar na morte de estrelas e seus efeitos é um artifício que eu uso muito quando quero me distrair.
Especialmente se a conversa está muito chata.)

Quando finalmente confirmei visualmente que não iria chegar mais trabalho pois a porta da frente já estava na chave (não mais clientes por ali surgiriam) e decido ir embora, a colega, me tirando por completo do transe em que me encontrava, me pergunta: Igor, você tem habilidades manuais?

Eis que novamente meu pensamento se desfaz numa névoa de abstrações fantasiosas sobre Evolução, apêndices primitivos que se fariam em nadadeiras e, posteriormente, em mãos, Homo habilis e suas ferramentas, fogo, pedra lascada, metal, malabarismo, microchips

– Sim, sou bastante habilidoso.
– Ótimo, então você vai me ajudar a fazer um chapéu de malandro!

Por um breve instante temi, ao imaginar um boné virado de lado, mas logo percebi que não se tratava de chapéu DO malandro, mas um DE malandro.
Mas, Porta dos Desesperados de lado, aquela informação não me ajudou muito.

– Como é um chapéu de malandro?
– É aquele que chamam de “coco”.
– Ah! Um chapéu-coco. Eu tenho um.
– Não é um chapéu-coco não, é um chapéu de malandro.

Enquanto elucidava definitivamente a questão, ela simultaneamente produzia duas cartolinas brancas e uma régua.

– É para um trabalho de escola de Fulaninho (filho de outra colega).
– Oxente, e por que ela não faz o chapéu?
– Porque quem faz essas coisas sou eu.
– Uai, e por que você não faz?
– Eu estou fazendo.
– Se quando você diz “fazer” está querendo dizer “designar funções”, então está correta, mas…
– Ela disse que a cabeça dele tem sessenta e sete centímetros de diâmetro. (olha para a régua) Não, votz! Né isso tudo não!
– Ela deve ter medido a circunferência. Se for realmente o diâmetro esse menino vai ter que usar um balaio na cabeça.
– E agora, como é que a gente vai saber?
– É só usar pi.
– Pi? E eu sei lá usar isso!
– Pi é razão entre a circunferência e o diâmetro de um círculo…
– Aff, eu quero saber disso não (e se encaminha para a copa).
– …então é só dividir o número que ela deu, 67cm, por 3,14, o que dá aproximadamente vinte e um centímetros. Agora, usando a régua, marco um ponto na metade dessa distância, dez centímetros e meio, e uso a mesma como um compasso improvisado para marcar o círculo que deverá ser cortado…
– Pronto, isso aqui deve dar para uma cabeça de criança!

A solução dela, medido sobre sua própria cabeça e podendo ser usado como molde para o corte: um prato de sobremesa.

P.S. eu realmente sou muito habilidoso com as mãos, mas meu cérebro tem mania de achar que é esperto…

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Atenção!
Esta postagem contém cenas sequenciais fortes envolvendo animais (que podem tanto chocar quanto deixar suas conexões lentas).

Por exemplo:
cobra e rato

Para ver o que aconteceu depois e mais outras tantas, clique aqui.

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Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente.

Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”.

Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se.

Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante.
Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!);

publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes);

expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem);

aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar);

tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados);

expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos;

falei um pouquinho sobre álcool e joguei umas charadas no meio (para desviar a atenção do assunto real: densidade);

compartilhei com meus leitores a melhor maneira de acertar seus Medidores de Passado;

dei algumas razões práticas para a diminuição da minha pegada carbônica (e um mapa para a minha casa, para os que estão prestando atenção);

também inclui instruções de como construir ferrovias internacionais sem o uso de energia (nas ferrovias, não nas construções).

Escrevi mais que isso, mas preciso deixar alguma coisa para o próximo fim-de-semana.
Vão clicando aí no Calendário ali em cima, nas Etiquetas lá embaixo, nas Categorias aqui ao lado, para coisas minhas, ou nos links Nacionais e Internacionais para ver coisas de outros.

Quem quiser me conhecer, clique aqui ou no meu nome aqui no lado direito (abaixo de Autor).

E comentem. Preciso saber se tem alguém gostando (senão eu choro).

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não vão embora, eu sei fazer uma massagem Ótima!
Até a próxima!
=¦¤þ

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Seguindo a minha mais nova tradição, apresento a terceira coletânea de artigos que acho interessantes para que os recém-chegados e leitores de fins-de-semana não precisem se cansar fuçando demais.
A primeira está aqui, a segunda está aqui.
Se se interessar, clique na palavra sublinhada.

Artigo puramente filosófico sobre traição (“filosofia” é uma palavra boa para se usar nesses momentos, porque protege qualquer barbaridade que se escreva). Vegetarianismo explicado.

Como finalmente acabar com a Dengue (numa cidade como Natal).

Para os que já queimaram o foquito (e se perguntam por quê). Lâmpadas que deixam de funcionar.

Mentir é feio (mas não é o nariz que cresce). Um pequeníssimo guia de falácias.

Ô ô ô, sorria… (e aprenda a criar rostos com símbolos). Uma palavra grande com um significado maior ainda.

Que bundinha gostosa… (o conteúdo também é bom, segundo alguns). Formigas, Parasitas e co-evolução.

Relaxe (sério, relaxe…). Um texto sobre a nossa importância no Universo.

Vários nomes grande e coisas que você não sabia (nem se interessava em saber) sobre sabão.

A sabedoria do Rei do Baião (e porquê Bio-química é tão importante hoje em dia). MHC vs. Atração Sexual.

Homenagem devida aos fisicistas (e mil links). Participação na blogagem coletiva no dia do Físico.

Mais uma vez, uma aula de como ser mal-sucedido no mundo do crime.
Um sujeito desprovido de caráter mas com um nome conhecido.
Depois leiam isto.

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não desistam de mim, estou sempre por aqui.
Até a próxima!
=¦¤þ

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