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Posts Tagged ‘Einstein’

De novo.

ver numeros 1 até 1 bilhão – Já vi. Começa interessante mas repete muito.

tirar a gordura do organismo – Dieta e exercício.

raio xis de sexo – Ah, a perversão…

para que serve tipos sanguineos – Pergunta equivalente a “por que o Bicho Papão é tão malvado?”

como trançar 8 numeros na sena – Vai colocando os de fora para dentro, por cima dos outros.

o que os cachorros veem – As plantas, os prédios, outros cachorros, móveis, areia…

árvore floresta cai ninguém – Palavras-chave da famosa frase “Minha árvore sumiu! Não cai ninguém!”

areia pesa mais que agua – Pesa não, ó.

filme antigo vampiro assoviava – Deu vontade de ver, deve ser legal.

compensado de bose-einstein – Hehehehehehheehhe! Aqui no trabalho já me mandaram fazer um exame “adimensional”.

Alguém na semana passada entrou aqui TODOS OS DIAS procurando saber como dirigir em ladeiras.
Todos os dias!

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Fim-de-semana.
Eu não escrevo nos fins-de-semana, mas tem gente que vem aqui dar uma lidinha no que eu disse durante a semana.
Para tais indivíduos, eu faço compilações (é nessa hora que vocês se sentem apreciados e ruborizam por eu lhes dar atenção)!

Sem mais delongas (fora essa última frase, esta aqui e a próxima), vamos aos links.

Começando pelo começo, a antologia completa desse arrumado:
Primeira tentativa – ressaca, lápis, terremoto e fotos;
Segundo round – música, polêmica, luz e coincidências;
Terceiro reich – mosquitos, formigas, sabão e atração;
Quarto movimento – nomes, vidência, jogatina e alucinações;
Quinto colocado – sonar, álcool, relógios e trens.

Agora, os “novos”:

O peso (e as medidas) das coisas;

Decapodes ajudando a produzir o próprio habitat (fez sentido na minha cabeça…);

Divulgação nem sempre é uma coisa boa (ou pelo menos nem sempre é bem feita);

Como fazer uma professora de primário tremer (sem precisar sacudir mecanicamente);

Água suja, desmatamento, colonização, idiotas e seus filmes (é sobre o meio-ambiente não, podem ler sem abuso);

Da umidade da legislação (e da aferição de medidores);

E por enquanto é isso aí mesmo…
Posso escrever muito não e já me alcancei.
Acho que outro apanhado destes só ano que vem.

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Uma substância é chamada de sólidaquando não muda de forma, independente do recipiente onde esteja (um tijolo mantém o formato se estiver tanto num prato quanto num balde), nem pode ser comprimida para ocupar um lugar menor.
É definida como líquida quando muda de forma de acordo com o recipiente (água num copo de uísque vs. copo de champanhe) mas ainda não pode ser comprimida (o princípio básico dos aparelhos mecânicos hidráulicos).
Quando é gasosa, a substância muda de formato e pode ser comprimida (como ar numa espingarda de pressão).

Numa escala menor, um sólido tem suas moléculas bem juntinhas e com uma ligação forte e com posições fixas e entre elas (tipo a sua casa e a do vizinho), um líquido tem suas moléculas mais energizadas que se mexem mais rápido uma coisinham e mantêm contato umas com as outras mas sem posições fixas e um gás não tem estrutura molecular definida, com movimentos semi-aleatórios e muita energia (quando eu falo de energia, estou comparando estados de um mesmo material, como gelo, água e vapor).

Os estados da matéria não são só esses três, como minha professora da primeira série insistia em dizer, mas vários, como por exemplo Plasma, um gás eletricamente carregado e superaquecido (como na superfície do Sol), usado em TVs de plasma.
Essa mesma professora ficou bastante surpresa, depois constrangida e depois com raiva (como era comum se comportar naquele tempo quando confrotado por crianças claramente inferiores e que deveriam, sem sombra de dúvida, estar erradas frente à superioridade dos mestres) quando um dos meus colegas (eu gostaria muito que tivesse sido eu a pensar nisso, mas infelizmente não foi assim que ocorreu) perguntou: “E papinha, é o quê?”
Ela apenas mandou o sujeitinho se calar e parar de atrapalhar sua aula que ela não tinha tempo para perguntas idiotas e “se chorar fica de castigo e conto à sua mãe” (se um dia eu tiver um filho, vou implantar um gravador de áudio na mesa dele no colégio e descontar minhas frustrações infantis eu mesmo).

Mas, eu explico.

Papinha (bem como ketchup, tinta de parede, areia movediça, xampú e sangue) é um líquido. Mas de um tipo especial chamado de líquido não-newtoniano.
O “não-newtoniano” se refere ao fato de o líquido não tem uma viscosidade constante, ficando esta dependente de pressão.
A maneira mais fácil (que eu penso) de explicar é comendo.

Faça uma papa (mingau) de maisena (amido de milho).
Repouse as costas de uma colher sobre a superfície da comida e observe a colher afundar lentamente.
A viscosidade do líquido em repouso, apenas com o peso da colher, é suficiente para fazer o implemento afundar facilmente.
Agora bata com as costas da mesma colher no mingau e note que a colher não afunda, como seria de se esperar que acontecesse em outro líquido (por exemplo, num prato cheio d’água).
Neste caso, a viscosidade aumentou bruscamente, devido à pressão exercida pela pancada, e o líquido passa a se comportar como um sólido.


Isso aí é uma piscina cheia de amido de milho misturado com água.
Aqueles espanhóis loucos…

Quanto mais os líquidos não-newtonianos se popularizam, mais pessoas loucas ganham acesso a eles e mais coisas bizarras são descobertas e filmadas (vi lá em Átila).

Outros estados da matéria são:
Superfluido – certos gases super-resfriados se condensam e passam a ter viscosidade nula (ou falta de atrito);
Matéria degenerada – gás sob altíssima pressão que forma as estrelas anãs-brancas;
Sólidos amorfos – o melhor exemplo é o vidro, um sólido amorfo de cerâmica que, apesar de sólido, nunca se cristalizou (ou seja, vai do estado líquido para o sólido muito lentamente, sem uma transição brusca ou fronteira específica notável).
Outros exemplos que eu posso dar (e gostaria de ter sabido deles na minha época de primário) são:

==> O que eu vou escrever agora é só a título de curiosidade, são coisas absolutamente inúteis para quem não é físico ou químico ou louco. Não se assustem com os nomes nem tentem decorá-los, pois como disse o sábio certa vez “sempre que eu aprendo, uma coisa nova empurra uma coisa velha do meu cérebro… lembra daquela vez que eu fiz um curso de degustação de vinhos e desaprendi a dirigir?”
Prontos? Lái vái! <==

Estado de Quantum Hall; Condensado Fermiônico; Condensado Bose-Einstein; Supersólido; Líquido de Rede de Cordas; Liquido Supercrítico.
Tem mais, mas realmente não importa. Uma ruma aí já é teórico…

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Mais um fim-de-semana, mais uma coletânea direcionada aos ocupados e inexperientes, que chegam aqui e se assustam com a quantidade de artigos já publicados.
A primeira está aqui, a segunda está ali, a terceira está acolá.
Esta é a quarta.
Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se.

Você sabe o significado do seu nome? (mais importante ainda, você sabe o que deveria estar fazendo agora?) Uma explicação Igor sobre a relação entre nomes e ocupações.

Leia e se impressione com a tecnologia (e com o que sabem sobre você). O poder da previsão astrológica!

Só leiam este depois de ler o de cima (é mais legal assim). Videntes e trabalhos de caridade.

Observe o que você não vê (mais um artigo não escrito por mim que é um dos melhores nesta página). Descubra o seu ponto cego.

Porquê Einstein importa (antes da Veja me imitar). O que ele fez de tão importante.

Charadas pensas prum lado (para os que têm poucos afazeres). Pensamento Lateral.

Veja aqui como jogar na loteria (e como ganhar na mega-sena). As reais chances do apostador.

Um relato real e curioso sobre bruxas e fantasmas (e talvez até possessão demoníaca). Alucinações e Paralisia do Sono.

Vitamina C para resfriados (assim como Figa para mau-olhado). Os perigos da auto-medicação, hipervitaminose e falta de pensamento crítico.

Baba quem não sabe cuspir (contrastando com o título do artigo). Quase tudo sobre a saliva.

Tavez, a última vez que colo este mesmo link sobre um ladrão incompetente que cruzou meu caminho e findou atrás das grades.

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não desistam de mim, eu preciso da sua aprovação.
Até a próxima!
=¦¤þ

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==> Antes de começar o artigo de hoje:
Era para ter escrito isso ontem, mas esqueci.
Eu tenho costume (nem sempre cumpro, mas ultimamente tenho seguido à risca) de passar os domingos sozinho (especialmente anteontem), trancado dentro de casa.
É bom que dá para ler, ouvir música, fazer comida e, mais importante, pensar na vida.
Eu não gosto de acordar cedo, principalmente no começo da semana. Mas, como eu passo o domingo sentindo o peso sombrio e gélido da Solidão, eu acordo com o sol e um pouco mais de vontade, porque sei que estou indo para onde tem gente, já não mais ficarei só.

Ficar sozinho não é bom, principalmente quando existem pessoas que dariam muita coisa para lhe acompanhar.

Trate bem (ou melhorzinho pouca coisa) quem gosta de você, pois isso é um evento raro (estatisticamente, pelo menos, pois somos quase 7 bilhões de pessoas e quantas gostam de você? Quinze, trinta? Menos de 0,00000001%).

Gente é quente, solidão é fria de trincar os dentes.

De volta à programação normal. <===

Dia desses eu falei de Igor Stravinsky, grande compositor russo e que revolucionou (mais ou menos) a música.
Enquanto escrevia aquilo (ainda estou, pois estou escrevendo isto ao mesmo tempo, em outra janela do meu editor de texto), me ocorreu que eu também me chamo Igor e também sou compositor/músico. Ainda não revolucionei nada (só a minha vida, algumas vezes) mas talvez um dia eu chegue lá.
Tem um sujeito aqui na minha cidade chamado Beethoven, que também é músico!
Tenho um tio que divide o nome com um famoso dramaturgo do décimo sétimo século. O que ele é hoje dia? (meu tio, pois o outro cara já deve ter virado nitrato três vezes) Dramaturgo!
E um dos Ministros do STF cujo sobrenome é Direito?
E o nome do arquiteto responsável pela ponte Rialto, em Veneza? Antonio da Ponte!
Um juiz britânico chamado Sir Igor Judge (judge = juiz, em inglês)!!
Scott Speed(speed = velocidade, em inglês), piloto de Fórmula 1!!
Mikhail Tsvet, botanista russo, inventor da cromatografia (técnica de separação de misturas e identificação utilizando cores). Tsvet, ou цвет na grafia russa, significa COR!!
Arsene Wenger, treinador do ARSENAL F.C.!!!
E Wolfgang Wolf, antigo dirigente do VFL Wolfsburg??

!!!!

Não sei vocês, mas eu já estou todo arrepiado!

Coincidência?
Humrum.

Quantos Da Ponte são vendedores de embutidos nas ruas da Silícia? Quantos Speed são funcionários públicos?
E o resto da família do Ministro Direito, todos advogados?
O filho do juiz Judge pode ser carpinteiro?

Eu nunca inventei um helicóptero, por exemplo. Nem nunca toquei um sino ou trabalhei para vampiros.
E conheço vários xarás, nenhum é voador ou músico ou assistente de cientistas malucos.

Conheço pessoalmente um Albert Einstein, que até onde sei é ciclista, e um Kepler, que tenho quase certeza não conhece o movimento dos corpos celestes nem jamais calculou uma constante universal.
Conheço alguns Leonardos e nenhum é engenheiro, arquiteto, escultor, pintor, filófoso ou professor.
Estudei com um Jesus, que não me livrou dos meus pecados.
Um amigo meu estudou com Voltaire, que se formou em Engenharia da Computação.
Quantos Pereira, Carvalho, Oliveira e Pinheiro não são agricultores ou botânicos?
Quantos Ribeiro nunca viram um rio?
Bill Gates (portões, em inglês) criou o Windows (janelas, na mesma língua).
Sharon Stone (pedra) é atriz, não geóloga.
Camila Pitanga e Marília Pêra também.
Fernanda Lima é modelo e Paula Lima é cantora.
Lavoisier Maia é médico e político, mas jamais descobriu um elemento químico nem é português ou da América Central.

Determinismo nominal é uma sincronicidade, ou coincidência significativa.
Ou seja, só existe significado após o fato.
A relação entre nome e função não existe de modo geral, só em casos isolados e quando se pára para prestar atenção.
Outro vício de percepção do tipo “sempre pego a faixa de trânsito mais lenta”.
Quando a minha está andando mais rápido, não lembro de computar o dado, da mesma forma que quando tinha aula de Química Inorgânica com Iara esquecia de registrar que ela não era uma sereia.

Vou finalizar com uma frase que pode ser que seja de Da Vinci mas é bastante provável que não seja. Porém, não importa, a frase é legal por si só de todo jeito.

“Quem discute alegando autoridade não usa a inteligência, mas a memória.”

P.S. Como eu havia dito, vou diminuir minha produção (por motivos diversos). Amanhã farei parte do Carnaval Científico e depois disso, talvez, só volte a escrever na sexta ou segunda (posso jogar uma migalha nos fins-de-semana também, caso me ocorra algo interessante ou eu precise reclamar de algo urgentemente) e continuarei publicando uma ou duas vezes por semana, sempre (provavelmente) no mesmo dia.
Continuem me divulgando, aqui já tem quase 70 artigos (amanhã o número inteira), mesmo que eu não escreva mais todo dia, se uma pessoa começar a me ler hoje, um artigo por dia, só vai ter que esperar uma semana para ler o próximo em setembro!

Até amanhã!

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No início do século XX (20, para os não-romanos dentre nós), o mundo sofreu mudanças radicais em quase tudo.
Arte, Ciência, Religião, Sociedade, Tecnologia.
Isso está sempre mudando o tempo todo, mas nessa época (e para o meu argumento fazer sentido) a mudança foi ligeiramente mais brusca e obtusa.

Por exemplo:

Fomos da beleza e detalhes de Raphael Sanzio:
raphael

Para para a (err…) emoção de Pablo (Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Martyr Patricio Clito Ruiz) Picasso (o nome dele completo é esse mesmo, sério!):
pablo

Do primor harmônico da Primavera de Vivaldi:

Para a desarmonia e desritmia da Sagração da Primavera de Stravinsky:

E de um mundo organizado (por Newton), onde a massa dos corpos exercem uma força de atração uns nos outros (Gravidade) e Luz era uma onda (“onda” não de “tu tá de onda, mermão!” mas “onda” como as sonoras ou as do mar) para um universo COMPLETAMENTE LOUCO (por Einstein) onde Massa não só pode ser transformada em Energia (e vice versa!!!) como também CURVA O TECIDO DO ESPAÇO-TEMPO¹ e a Luz não é só mais uma onda como é também uma partícula (AO – MESMO – TEMPO – !!). Uma partícula sem massa mas que, como é feita de Energia que é intercambiável com Massa, sofre efeitos da Gravidade ao resvalar em um desses Poços Gravitacionais causados por corpos imensamente descomunais, como Planetas e, mais ainda, Estrelas.

¹ Isso aqui não dá para explicar no meu formato-padrão de parênteses, mas é simples. Mais ou menos. É o seguinte: nós vivemos num mundo com quatro dimensões, sendo três espaciais (cima-baixo, esquerda-direita, frente-trás) e uma temporal (o tempo) e elas se juntam num negócio chamado (arbitrariamente, como o seu nome, caro leitor) Espaço-Tempo (que é também comparado a um tecido, que pode ser dobrado, rasgado, costurado, etc., mas sem muitos detalhes por enquanto).
O esquema da curva no tecido é fácil de visualizar como um pano bem espichado (estirado, esticado, tensionado), como o piso de uma cama-elástica, mas de algodão, como um lençol de cama.
Próxima visualização é uma biloca (bila, bola-de-gude, bolota, tecão) posta em cima do tecido. O peso da bolinha de vidro vai criar uma depressão (ou poço) no pano.
Agora, aumentando o cacife (aposta mínima), imaginem uma bola de boliche (ou de canhão, dependendo de com quem vocês andem…) em cima do mesmo pano, mais ou menos perto da biloca. Esse segundo poço criado vai ser bem maior e, dependendo da distância, vai fazer com quê a bola menor role pro lado da maior. Se a pequena já estivesse se movendo a uma certa velocidade numa direção fixa e ficasse bem na beiradinha do buraco criado pela grande, aquele entraria em órbita deste (ou seja, ficaria circulando ao redor da bola maior).
Isso é uma curva no tecido, sendo que o meu exemplo só tem duas dimensões (direita-esquerda, frente-trás) e o Espaço tem três.

Eu não sei como Pablito fez o dele (talvez estivesse “de onda” e depois que ficou famoso não quis dar o braço a torcer) nem como Igor achou que aquela música ia dar certo (ou estava sendo tocada certo… talvez ele fosse meio môco), mas eu sei como Albert chegou à conclusão dele.
E envolve o nosso país!

Einstein pensou: “Se eu estiver na Terra, dentro duma câmara totalmente selada, eu saberei que lado é para baixo porque meus braços em repouso tendem a cair, as coisas que eu soltar também cairam, eu sinto o meu peso me puxando para baixo e assim por diante. Alternativamente, se eu estiver na mesma câmara vedada, no espaço, longe de uma influência gravitacional, mas estiver sendo acelerado constantemente, segundo as Leis de Newton, terei a mesma sensação de peso, as coisas continuaram caindo em direção contrária ao movimento, me dando assim um sentido de baixo-cima. Se essas duas coisas forem verdade, a Massa do Planeta, que gera Gravidade, tem que (ou deveria) ser análoga ao movimento de aceleração que simula Gravidade mas que não envolve Massa, somente Energia. Ou seja, Massa e Energia devem ser equivalentes e relacionados.”

Duma lapada só ele criou o campo de Física Teórica (diferente da Física Experimental ou Observável) e uma teoria que revolucionou TUDO (TV via satélite só existe por causa disso). Só precisava de uma confirmação prática.

Aí é onde entra o inglês Arthur Stanley Eddington. Ele queria porque queria que o alemão das mechas eletrostaticamente carregadas estivesse certo. Aí, em 1919, catorze anos após a publicação da Teoria da Relatividade Especial, ele foi até a ilha de São Tomé e Príncipe para observar um eclipse total do Sol e mandou um estepe para o Brasil (ÊÊÊÊÊÊÊÊ!!! É TETRA, É TETRA!!) para o caso de haver nuvens onde ele estava.

Mas o que isso tem a ver com qualquer coisa?

Se a teoria de Einstein fosse correta, a Luz teria que ser afetada por um campo gravitacional forte, como qualquer partícula seria. A luz de uma estrela distante, quase por trás de Sol, quando observada daqui, seria desviada um pouquinho para dentro, porque seria puxada pela gravidade. Mas só é possível ver uma luz bem fraquinha bem próxima de uma luz bem forte se a intensidade desta diminuir consideravelmente. Como acontece num eclipse total!

Genial!

Eddington foi, mediu, confirmou na prática o diabo da Teoria (que previa exatamente o que deveria ocorrer) e foi para casa colher os louros da fama (eu não li a biografia dele, isso que eu disse é provavelmente mentira, ele deve ter morrido sozinho e com frio).

Albert Einstein (que virou o primeiro, e até agora, único cientista com status de Pop Star), Igor Stravinsky e Pablo Picasso revolucionaram não só seus campos, como também o mundo.
E não que já não houvessem loucos antes. O que mudou foi a Sociedade que passou a aceitá-los.

Ô vidinha mais ou menos…

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