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Posts Tagged ‘Carro’

Jesus só anda em carro velho

Para comemorar a única incidência na história em que o dia de um aniversário foi decidido por decreto, eis aqui uma compilação de fotos tiradas por mim, de carros que pertencem a um ser que tudo pode (menos andar em carro novo).

Se você acredita em olho grande, Jesus está decepcionado

Os homens ou mulheres que, entre vocês, forem médiuns ou espíritas, terão que ser executados. Serão apedrejados, pois merecem a morteLevítico 20:27
Mas o importante é que não botem olho grande para mim.

 

Jezuis ama us anaufabeto!

Não deixem viver a feiticeira.Êxodo 22:18
Nem deixem que ela me olhe com olhos grandes. Que são um fenômeno real, eu vos digo!

 

Um Gol? É isso o melhor que um ser onipotente pode dar a você?

“…sejam todos humildes uns para com os outros, porque ‘Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes’“. 1 Pedro 5:5
Aqueles que acreditam em ídolos inúteis desprezam a misericórdia.Jonas 2:8
Mostrai na tua condução o orgulho que sentes em ganhar dinheiro enganando os outros e a vã esperança que nutres carregando consigo um cheque sem fundos e uma dívida imensa com o banco, real possuidor da tua condução.Conselho da Herbalife 1:1
É meio como disseram os Filipenses no capítulo 4, versículo 17: “Não que eu esteja procurando ofertas, mas o que pode ser creditado na conta de vocês“. O que resume bem a prática dos ^vendedores^ da Herbalife.

 

Tão cristão, mas tão cristão, que tem um adesivo do maior ícone da pedofilia moderna: Betty Boop

O povo também estava trazendo criancinhas para que Jesus tocasse nelas. Ao verem isto, os discípulos repreendiam os que as tinham trazido. Mas Jesus chamou a si as crianças e disse: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam…Lucas 18:15-16
Vinde a mim as criancinhas: a Igreja Católica Apostólica Romana endossa!

 

Deus está no controle. Mas, apesar de onisciente, não consegue assistir a um canal só.

Quando Davi destruiu o exército de Zobá, Rezom reuniu alguns homens e tornou-se líder de um bando de rebeldes. Eles foram para Damasco, onde se instalaram e assumiram o controle.1 Reis 11:24
TV semprefoi uma coisa séria. Crê!

 

O carro está nas mãos de deus. O parachoque está na mão do mecânico.

Depois de lhes impor as mãos, partiu dali.” Mateus 19:15
Para os menos eruditos entre vocês, a palavra “dali” deriva do hebraico דאלי, cuja melhor tradução arcaica significa “aquele que evita, ou para, os choques”.

 

Faz uns cinco anos que procuro uma pá, mas agora encontrei o caminho.

Como parte do seu equipamento, tenham algo com que cavar, e quando evacuarem, façam um buraco e cubram as fezes. Pois o Senhor, o seu Deus, anda pelo seu acampamento para protegê-los e entregar-lhes os seus inimigos. O acampamento terá que ser santo, para que ele não veja no meio de vocês alguma coisa desagradável e se afaste de vocês.Deuteronômio 23:13-14
Ou seja, Jesus plantou a pá para que ela fosse encontrada antes dele e o “serviço” fosse tirado da vista. Faz sentido.

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Amigo invisível

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Carro-nuvem

Essencial para acompanhar qualquer ovelha-nuvem das redondezas

Esse é o arqui-inimigo do táxi natalense.

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Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente.

Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”.

Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se.

Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante.
Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!);

publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes);

expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem);

aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar);

tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados);

expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos;

falei um pouquinho sobre álcool e joguei umas charadas no meio (para desviar a atenção do assunto real: densidade);

compartilhei com meus leitores a melhor maneira de acertar seus Medidores de Passado;

dei algumas razões práticas para a diminuição da minha pegada carbônica (e um mapa para a minha casa, para os que estão prestando atenção);

também inclui instruções de como construir ferrovias internacionais sem o uso de energia (nas ferrovias, não nas construções).

Escrevi mais que isso, mas preciso deixar alguma coisa para o próximo fim-de-semana.
Vão clicando aí no Calendário ali em cima, nas Etiquetas lá embaixo, nas Categorias aqui ao lado, para coisas minhas, ou nos links Nacionais e Internacionais para ver coisas de outros.

Quem quiser me conhecer, clique aqui ou no meu nome aqui no lado direito (abaixo de Autor).

E comentem. Preciso saber se tem alguém gostando (senão eu choro).

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não vão embora, eu sei fazer uma massagem Ótima!
Até a próxima!
=¦¤þ

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Eu moro a três quilômetros do meu trabalho, seguindo o tráfego.

Saio de casa, espero todos os carros que passam pela minha rua pararem de passar, mas preciso de um pouco de coragem e poderes de divinação, pois nela, que é mão-dupla e suficiente apenas para dois carros lado a lado a usarem, carros de passeio, camionetas, caminhões e kombis dividem espaço em ambos os lados da via, não estacionando apenas bloqueando os portões dos edifícios, mas sem pudor algum em parar às faixas amarelas que se estendem por três metros de cada lado das entradas ou em usar a calçada imediatamente em frente aos portões.
Após conseguir finalmente ter os quatro pneus do carro sobre o calçamento da rua, preciso parar vinte metros à frente, no primeiro cruzamento, de uma pista igualmente apinhada com carros, mas agravada pela presença de um colégio cujos alunos maiores preenchem os meio-fios enquanto os pais dos menores fecham o resto da passagem estacionando em fila dupla. Isso me facilita um pouco.
Após dirigir por uma via asfaltada, que se assemelha bastante à estrutura atômica (composta majoritariamente por espaço vazio, ou mais especificamente, buracos), tomando muito cuidado com os carros que nela adentram sem muita preocupação com a ordem de preferência de tráfego, tenho que entrar à esquerda enquanto evito automóveis que avançam por esse lado, num entroncamento de 45° (como uma letra Y, com duas ruas virando uma num ângulo que impossibilita a visão para ambos os lados).
Em seguida, continuo por um caminho razoavelmente bem conservado, talvez pelo fato da velocidade máxima ser de 20km/h, imposta pela (oni) presença de carros, novamente estacionados em todos os espaços possíveis, inclusive no meio da passagem, em frente às várias clínicas de fisioterapia e geriatria ali situadas, para possibilitar a extração de pessoas com todo tipo de dificuldade de locomoção que se movem muito lentamente com a ajuda dos parentes, inexperientes em tal ação, e que dobram como motoristas dos veículos atravancando o fluxo.
Na saída dessa rua há um balão (girador, roda, gira-gira, tesourinha) que, apesar de tal item de engenharia de tráfego dar preferência universal para quem vem da direita, dá a dita preferência para os que estão vindo da esquerda, de uma avenida maior e mais rápida, o que causa bastante confusão e eventuais acidentes.
Depois da espera, vou em frente até um sinal (semáforo). Não gosto de sinais, não gosto de ser parado arbitrariamente em cruzamentos.
Às vezes não há carros vindo, outras vezes o tempo não permite que a fila ande pois a caixa ainda está bloqueada pelo volume de automóveis em horas de pico que se vêem obrigados a parar no meio da encruzilhada.
Continuando o caminho, desço a terceira ladeira, subo a quarta, faço um retorno e desço a ladeira que acabo de subir, corto três pistas de ônibus descendo a ladeira, viro à direita e paro à Rio Branco, uma avenida sem limite de velocidade para ônibus e táxis. Quando vejo uma brecha, aproveito a oportunidade e subo a quinta ladeira.
Espero em mais um semáforo e, finalmente, chego no trabalho.
Gasto quinze minutos.

Como a Rio Branco é mão-única, na volta eu preciso:
1 – entrar à esquerda na rua antes do sinal, que só tem poucos centímetros laterais a mais que a largura de um carro pequeno e muitos pedestres, entrar em outra rua um pouco mais estreita, cruzar a mesma Rio Branco sem velocidade máxima em um ponto mais baixo, descer em uma rua paralela até desembocar num sinal (o primeiro da viagem de ida) que sem dúvida estará cheio e lento, pois fica pouco antes de quatro colégios que liberam os alunos ao mesmo tempo, na mesma hora que eu meu expediente acaba (não posso dobrar no sinal e voltar pelo caminho que usei para ir, pois é tudo mão-única).
Passados o sinal e os colégios, entro numa via tranqüila e chego naquela primeira avenida do caminho contrário (a que tem o girador que funciona ao contrário da norma) que agora está algumas vezes mais movimentada que pela manhã e sigo por ela até pouco antes de mais um semáforo, que, dependendo do movimento, consigo evitar, e entro em outra via de calçamento péssimo e recentemente esburacado (agora não só por obra da Natureza como também por obra das companhias de água e energia), por onde devo subir e descer mais duas vezes até chegar em casa, me esquivando dos estacionados.

Ou

2 – seguir direto, pegar a próxima entrada à esquerda e continuar por aí, me distanciando mais da minha casa, como se estivesse indo para outro emprego, mais longe, negociar minha passagem beirando uma igreja que sempre tem missa e onde todos os fregueses vão até lá de carro e precisam estacionar ao seu redor, continuar em frente, enquanto me afasto cada vez da minha casa, passar por e parar em (graças a mais um sinal de trânsito) um lugar ermo e por cima de um viaduto que “liga o nada ao lugar nenhum” e que é conservado com essa frase sempre em mente (existe razão para recapear um trecho jamais utilizado?), começar a seguir, pela primeira vez no trajeto, para perto de onde moro, chegar em um entroncamento (diferente do primeiro) que além de ser no fundo de uma ladeira donde os carros vêm com tudo, conta com um sinal em seu ápice, que me obriga a esperar por ele a trinta graus do prumo gravitacional, dirigir mais uns quinhentos metros, chegando finalmente à minha rua (mas pelo outro lado, tendo que enfrentar ainda mais carros parados), por um caminho mais longe porém mais rápido por ter evitado os colégios.
Gasto 25 (cenário 1) ou 20 (cenário 2) minutos.

Se eu for a pé, a distância diminui para mil metros.

Saio do meu lar, pela calçada, indiferente aos que estão ou não, e onde quer que estejam, estacionados, sigo por uma praça alongada e plana por aproximadamente dez minutos, onde encontro não mais que outras pessoas, árvores, gatos, cachorros e pássaros, e, ao alcançar a primeira pista (e primeira ladeira) do caminho, sigo subindo na diagonal, sem me importar com a direção das mãos de tráfego, atravesso uma rua e uma avenida e chego ao meu local de serviço.
Na volta, faço o mesmíssimo caminho, em sentido contrário.
Gasto quinze minutos.

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Eu lembro de quando meiaram a Rio Branco.
De repente carro de passeio só podia andar dum lado e ônibus e táxis do outro, o que melhorou bastante o tráfego, impedindo que ônibus cortassem quatro faixas para alcançar a parada e que carros acanalhassem o mundo estacionando nessas mesmas paradas.

– E se eu quiser estacionar em frente às Americanas pra ir comprar biscoito champange e comprar calcinha?
– Estacione do outro lado e atravesse andando, preguiçoso fela duma gaita!

A ação de torar a pista no meio foi muito acertada e os engenheiros de tráfego responsáveis merecem congratulações pelo estudo correto e as autoridades da época merecem pela aplicação séria das medidas. Pêi, buf, uma ruma de olho de gato/gelo baiano, e tava lá a rua ajeitada e mais trafegável. Espaço rodado para carros particulares e coletivos.

Infelizmente, o mesmo não pode ser dito (pelo menos por mim) das obras na Bernardo Vieira.
O trânsito ali sempre (até onde eu lembro) foi ruim, mas agora está muito pior.
Muito mais dinheiro foi gasto usado na construção dos meio-fios e das paradas de ônibus novas e nas botoeiras para os sinais de pedestres (que fecham o sinal por DEZ SEGUNDOS quando acionadas! Velhos e deficientes motores, tremei!).
A mesma coisa foi feita, mais ou menos, então como é que a Rio Branco é blz e a Bernardo Vieira é loucuratotal e afobação generalizada?

A Rio Branco tem, da subida da ladeira até a descida da ladeira, menos de 1 quilômetro, é mão única, tem muito estacionamento do lado acessível pelos carros e é fácil chegar ao outro lado, pois tem muito sinal de cruzamento (que fecha independente de botoeira) e basta atravessar uma rua.
A Bernardo Vieira é mão dupla e tem, do começo da obra (onde cruza com a Romualdo Galvão e ostenta um sinal de pedestres dos quatro lados QUE NEM TEM BOTOEIRA E NEM ESTÁ LIGADO NA TOMADA) até o fim, quase quatro quilômetros de instransponibilidade e inestacionabilidade de todos os lados. Quem estiver indo e quiser ir numa loja do outro lado da rua, pode colocar as mãos na cara e chorar. Ou roda o resto do mundo todinho ou vai pra casa com fome.

E, finalmente, o dado mais importante deste relato.
Na Rio Branco é impossível haver um intervalo de mais de vinte segundos entre um ônibus e outro. Geralmente são seis ônibus emparelhados em formação 2-2-2. Esse magote de ônibus ficava disputando espaço com os carros. Compensa exisitir uma faixa exclusiva.
Na Bernardo Vieira, passa um ônibus a cada dez ou quinze minutos. Mas agora passa numa faixa bem novinha e lustrosa.
Quando ajeitaram a Rio Branco, Natal tinha 1 carro para cada 10 habitantes.
Quando mexeram na Bernarndo Vieira, Natal tinha 1 carro para cada celular.

Mas eu posso estar errado.

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