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Archive for outubro \30\UTC 2013

Hoje cedo recebi um email do endereço aisha.mahmoud14@bol.com.br com o assunto “por favor me ajude mulheres síria” que é nada mais que uma versão do tradicional “golpe nigeriano“, do suposto príncipe que está com os bens congelados e só precisa de uma pequena ajuda financeira sua para conseguir de volta sua fortuna, quando então lhe pagará em dobro.

O email não tem destinatário, o que me leva a crer que ele foi enviado, por cópia oculta, para centenas de pessoas ao mesmo tempo, o que faz o tom pessoal da mensagem completamente falso. Não que isso fosse necessário para compreender que o texto não passa de um embuste puro e simples.
Eis a mensagem na íntegra:

Caro senhor,

Eu sou a Sra. Aisha Mahmoud da República da Síria , a esposa legal do rei Abdullah Mahmoud chefe tradicional , eu estou entrando em contato através deste meio para buscar a sua ajuda e sinceramente ajudar neste momento difícil do nosso país a Síria como você pode ver na televisão e rádio , o país tem sido de danos e pessoas que morrem a cada minuto no nosso país por causa da guerra civil , o governo da Síria se recusou a demitir-se do poder, nosso movimento está restrito que não podemos viajar para fora da Síria e não sabemos quando a guerra vai acabar , nós não temos qualquer meio de comunicação telefônica a partir desta zoon guerra da Síria.

Eu estou pedindo para o seu humilde assistência e ajuda sincera para proteger nossas propriedades e fundos a soma de US $ 1,8 milhões de dólares , o dinheiro estava embalado em uma caixa tronco e depositada com um diplomata aqui na Síria. Nós não temos nenhum meio de sair até mesmo para conseguir comida para os nossos filhos , estamos orando para que a paz volte ao nosso país a Síria em breve , por favor, eu quero que você manter esta informação em segredo só você .

Concluímos nosso acordo com o diplomata que irá mover a caixa de tronco a partir desta guerra zoon Síria para um país chamado Brasil na América do Sul . Eu não estive neste país uma vez na minha vida , mas eu e meu marido aceitou a condição, porque não temos escolha .

Eu quero que você ficar como meu parceiro estrangeiro para reivindicar a caixa de tronco do diplomata e garantir o fundo em sua posição , por favor, você deve manter esta informação em segredo para fins de segurança
O diplomata está chegando ao Brasil com a caixa de tronco de acordo com o acordo que fizemos com o diplomata , mas eu não conheço ninguém neste país chamar Brasil ,
Eu prometi para oferecer-lhe 20% do valor total 1.800 mil dólares se vocà ª vai ser sincero comigo e com minha família?

Meu filho Mohammed Mahmoud agora está localizado no país da África Ocidental chamado Costa do Marfim, ele é a única pessoa escape da minha família e encontrou-se no país de África , vou colocar você em contato com o meu filho na Costa do Marfim , Uma vez que você reclamar o tronco caixa do diplomata, meu filho vai voar para encontrá-lo em seu país e ficar com você até o fim da guerra .

Eu não falo Português , mas usando linguagem tradutor para escrever para o seu entendimento.
Por favor, me e minha família ajudar neste momento difícil do nosso país Síria.

Se você concordou em me ajudar , por favor, a resposta para o meu e-mail rapidamente com seus dados , como número de telefone e outras informações pessoais.

Eu estarei esperando por sua resposta urgente

Sra. Aisha Mahmoud

Algumas considerações quanto à veracidade.
Literalmente a primeira frase já contém uma contradição. Ela diz “República da Síria” e se diz mulher do rei. É república ou monarquia? Esse “rei Abdullah Mahmoud” não existe na Síria (existe na Jordânia, país vizinho e monárquico), então o que seria “chefe tradicional”?
Se ela não tem meios de comunicação telefônica e está prisioneira no país, como ela sabe que eu posso ver na TV a guerra em seu país? Que disse isso a ela?
Ela não tem acesso a telefone mas tem a Internet?
Se essa Aisha é mesmo uma pessoa tão abastada em seu país, por que usaria um email tão genérico (aisha.mahmoud14) do BOL?
Ela pede para que a informação fique em segredo, mas é certeza que o email foi mandado para mais pessoas. E, mesmo que houvesse sido mandado somente para mim, por que eu? O que eu tenho de tão importante para que me seja confiado um segredo de quase dois milhões de dólares? Por que o diplomata a quem o dinheiro está confiado não resolve isso? Por que não contactar outro diplomata? Talvez até com Edgard Casciano, atual embaixador brasileiro em Damasco.
Segundo essa estória, esse tal diplomata sem nome vai vir para o Brasil trazendo 1,8 milhão de dólares para me dar quando eu pagar mil e oitocentos dólares, quando então o filho dessa dona virá também para receber o dinheiro e ficar comigo até o fim da guerra, por que eles dois não vêm juntos e o diplomata já passa o dinheiro para o dono legal? Se o filha vai receber quase dois milhões, pode imediatamente pagar os mil e oitocentos. Por que essa transação precisa envolver uma terceira pessoa?
Ao final ela pede que eu responda com meus dados e outras informações pessoais. Quais dados? Quais informações pessoais? Qual a diferença entre os dois?
E, finalmente, por que ela não pode sair? Se o diplomata está em posse de todo seu dinheiro, por que não compra uma passagem aérea para ela? A Syrian Air tem vôos quase diários para Bagdá e semanais para Beirute e Jordânia, operando normalmente.

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Quando estudante de gravação, no longínquo ano de 2005, um dos meus primeiros projetos foi registrar um anacrônico estudo de escala no campo da composição. Conhecida mais comumente por escala “harmônica dupla”, eu descobri alguns anos antes um nome muito mais legal, mesmo que menos usado: escala bizantina.

Autores didáticos costumam dizer (acho que é uma lei que os obriga, deve ser) que essa escala “soa estranha/exótica aos ouvidos ocidentais”. Eu diria que o modo mixolídio com sua sétima diminuída também se encaixaria naquela definição, mas isso nunca impediu Luiz Gonzaga de fazer sucesso com Asa Branca.
Daí me veio a ideia de tentar compor um forró usando aquela escala que “soa exótica”, tanto como um desafio composicional quanto para banalizar um pouco essa “estranheza” que simplesmente não deveria existir (sou contra restrições artísticas que partem de cima para baixo).

Por outro lado, mesmo tendo crescido ouvindo Xote, Xaxado, Arrasta-pé[1], Baião e Forró tradicional, nunca fui de criar monotematicamente algo que pudesse ser mais complexo e “esquisito”. Isso, combinado com um ar de quase improviso (compus, gravei e mixei tudo já dentro do estúdio, sozinho, nas quatro horas que tinha disponível e no meu primeiro semestre de curso, tanto que nem tenho as notas de produção) e acesso somente a guitarra, baixo e bateria, fiz mais um forróck do que qualquer outra coisa, mas usando somente a tão “exótica” escala bizantina.
Acho que fui bem sucedido. Só acho, nunca tive certeza (jamais revisitei a música, então essa aí embaixo é a primeira versão, única e definitiva).

Comente. Diga o que achou.

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[1] Nos bailes das primeiras décadas do século 20, conhecidos geralmente por rala-bucho, bate-coxa ou forrobodó (adivinha o que uma corruptela deste último termo passou a denominar?), os participantes dançavam no chão de terra batida, literalmente arrastando os pés normativamente calçados com chinelas de solado de couro ou madeira, criando um onomatopéico som de “xaxando” que servia como um instrumento extra, acompanhando o fole (sanfona ou acordeão, também chamado de “gaita” por algum motivo) ou o pandeiro. Eu recomendo fortemente que todos vocês mergulhem fundo na história cultural nordestina, dos Cristãos Novos ao gibão de couro, do alaúde árabe dos “turcos” vendedores de tecido aos “gaitêros” vendedores de cavaco-chinês. Para vocês quatrocentões, o Nordeste pré-televisão é tão alienígena quanto a Terra-Média de Tolkien.

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Existe uma lenda que reza que “o exército serve para disciplinar o soldado”, como se humilhação diária por superiores prepotentes de ego inflado, exercícios mal feitos orientados por quem não sabe o que está fazendo e treinamento de ações irrelevantes com materiais não apropriados fossem fortalecedores de caráter. A única coisa que exército, aeronáutica e marinha ensinam é o desrespeito ao cidadão que, por ser civil, deve sempre ser considerado inferior, já que a mentalidade militar adora fantasiar um mundo onde eles têm importância ou utilidade.
(Tanto que essa conversa de “fulano tem que servir no quartel para tomar jeito” só é usada por pessoas rancorosas e que querem o mal do fulano citado. Servir em capacidade militar é, corretamente, considerado como punição por tais indivíduos raivosos.)

E por que isso? Porque quem criou essa idiótica lei do alistamento obrigatório foram os idióticos ditadores militares, quatro meses após o golpe que os colocou no poder supremo, irrestrito e irrepreensível do país por mais de vinte anos.

Guerra do Paraguai, celebrada até hoje pelos “heróis” vitoriosos do Brasil, Argentina e Uruguai que a comemoram como uma “grande vitória militar”, e conhecida pelo resto do mundo como “maior genocídio militar da história”, deixando o Paraguai com menos da metade da sua população original. Civis em sua maioria.

Quem for do sexo masculino, maior que de 18 anos e não se alistar, além de ser obrigado a pagar multa (que não é das mais altas, todavia) não poderá tirar passaporte, carteira de trabalho (e, conseqüentemente, não poderá contribuir para a Previdência) nem se matricular em concursos públicos, inclusive vestibulares ou similares (como entrei na faculdade aos 17, não precisei provar que havia passado por essa imoralidade). Ou seja, os milicos até hoje interferem impune e negativamente na vida civil (inclusive no anacrônico Código Penal Militar que, além de prever pena de morte por fuzilamento (Artigo 55), impõe punições a cidadãos civis).
Portanto, quando eu me alistei nessa palhaçada que são as forças armadas brasileiras (que só servem para drenar as economias do país e sonhar com um dia retomar o poder forçosamente) o fiz obviamente contrariado. Contudo, aprendi um truque excelente para evitar o serviço militar.

Muitas lendas existem a esse respeito (ter pé chato, por exemplo, não livra ninguém), mas de acordo com a lei a única forma de evitar se tornar militar é ser “arrimo de família” (Art 30.f). Mas, a não ser que o exército tenha mudado radicalmente seu modo de pensar nos últimos vinte anos (RÁ, que piada!), boa sorte provando isso.

O truque que aprendi chama-se “excesso de contingente”. E o que é isso? Cada quartel tem um número limitado de vagas para recrutas. Após preenchidos com seu contingente máximo, os quartéis precisam rejeitar a priori novos alistados, independentemente da situação destes (porque existem sim aqueles pobres iludidos que acham que passar um ano nas forças armadas é um bom negócio).

É bom esclarecer logo que, mesmo não entrando, você perderá pelo menos três dias da sua vida com essa abominação antidemocrática. Você precisa se alistar na junta militar, onde saberá da segunda data, quando deverá se apresentar em um quartel ou algo que o valha. Nesta segunda etapa, prepare-se para chegar cedo e sair tarde, pois mesmo que você seja dispensado, algum cabo com ilusões de grandeza fará questão de tentar mostrar por algumas horas como você é inferior (quem nada é, quer se mostrar superior tentando diminuir os outros). Neste dia você será novamente direcionado à junta em data posterior, onde receberá seu cartão de reservista e precisará se prestar ao ridículo papel de jurar à bandeira (uma forma de religião inventada pelas mentes doentes dos militares, onde o deus é o efêmero conceito de “pátria” e seu símbolo é a flâmula verde-loura, o altar é o mastro e a oração é um juramento sinistro porém inconsequente).

Como o alistamento vai do dia primeiro de janeiro até o último dia útil de junho do ano em que você completa 18, é uma boa aposta acreditar que as vagas já tenham sido preenchidas nos primeiros quatro meses. Eu me inscrevi no meio de abril, mas por segurança recomendo deixar para a última semana de junho, se possível. Desta forma, você perderá três dias e somente três dias. Ouvirá um discurso ou dois de pessoas que não sabem do que estão falando, receberá um documento inútil mas do qual será refém até o fim dos seus dias, fingirá defender, com a própria vida, a “honra” de um tecido colorido e será incluído no excesso de contingente, certificando-se de que jamais precisará passar mais que três dias em péssima Companhia.

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Dom Costa [pi] [infinito]

O pi é infinito, afinal de contas.

Não sei exatamente o que Dom faz, mas sem dúvida ele não vive de tipografia.

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Republico aqui reclamação contra a GVT enviada agora há pouco ao ReclameAqui (LINK).

Meus problemas com a GVT começaram no dia seguinte à instalação do pacote Internet+TV+telefone.
Eles me deram um modem defeituoso e que não conectava. Liguei repetidas vezes para o 10325 e os atendentes diziam que iam enviar um técnico e, ao ligar novamente, me era dito que não havia nenhuma visita técnica agendada e pedia para agendar novamente, e o ciclo se repetia.
Após uma semana sem Internet e sem TV, liguei novamente para cancelar o contrato por falta de serviço prestado e, em poucas horas, um técnico finalmente foi enviado com um modem novo.

A GVT nunca me deu um sinal ininterrupto por mais de uma semana, no entanto, no dia 19 de agosto deste ano fiquei completamente sem serviço e, ao ligar, me foi dito que havia um problema na minha região que deveria ser consertado até o fim do dia, o que não aconteceu.
No dia 20 de agosto, liguei para o 10325 e falei com a atendente Andressa. Após sete minutos, nada foi resolvido e ela disse que havia agendado uma visita técnica para, no máximo, até 48 horas. Posteriormente, em uma ligação no dia 06 de setembro, onde requisitei a gravação do pedido, me foi dito por Marilson que Andressa não havia gravado o atendimento e o havia registrado como “atendimento eletrônico”.

No dia 21 de agosto, liguei novamente para confirmar a visita e a atendente Caroline me disse, mais uma vez, que não havia visita agendada para o meu endereço. Fui transferido para Daiane em outro setor onde havia “ferramentas mais específicas” e, após passar 25 minutos ao telefone, nada foi resolvido.

Às 11 horas do dia 24 de agosto, ainda sem conexão e sinal de TV desde o dia 19 e sem qualquer visita técnica, ligo novamente, sou atendido por Bianca, rapidamente transferido para o suporte técnico onde sou atendido por Ana Carla que me informa de “problemas na região” que devem ser solucionados até às 14 horas.

Dia seguinte, 25 de agosto, às 13:39h ligo, sou atendido por Pámela e, mais uma vez, nada é feito. Continuo sem conexão desde o dia 19.
No mesmo dia, o modem começa a se reiniciar a cada dois minutos, impossibilitando qualquer tentativa de uso da Internet, se comportando como neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=5dzQ_9NOO0Q

Faço várias ligações entre os dias 25 de agosto e 6 de setembro para relatar o problema e sempre me é dito que não há visita agendada e que um técnico só estaria disponível em uma semana ou mais. Neste período, nenhum atendente me dá número de protocolo, alguns desconectando a ligação quando eu peço pelo protocolo, outros dizendo que o número de protocolo só é dado ao final do atendimento e desligando antes desse suposto final.

Ao meio-dia do dia 6 de setembro, sem Internet ou TV desde o dia 19 de agosto, falo com Sônia, que diz que não há nenhum problema na região e me transfere para Adriene no suporte técnico, que me diz, mais uma vez, que nenhuma visita técnica foi agendada ou sequer pedido de assistência registrado.
Neste dia já estou a dezessete dias sem conexão ou com o modem reiniciando a cada dois minutos, como no vídeo linkado.
Adriene me confirma que criou uma “solicitação de visita e troca de modem” para o dia 09 de setembro, dali a três dias.
No mesmo telefonema, solicito a gravação do atendimento e sou transferido para Marilson, citado anteriormente, que me diz que minha primeira ligação foi registrada pela atendente Andressa como “atendimento eletrônico” e não há protocolo registrado por ela.

Marilson diz que eu devo fornecer os números de todos os protocolos e afirma que ele não tem acesso a esses números, mas quando dou a lista dos números para requisitar a gravação, ele comenta que alguns não foram registrados pelos atendentes e cita um que eu não havia requisitado, mostrando que ele tem sim acesso aos protocolos, mas é supostamente instruído a dificultar o atendimento.

Pergunto se posso fazer uma reclamação formal contra Andressa, a primeira atendente citada e que não registrou protocolo da minha gravação. Ele diz que sim, eu só precisaria aguardar a confirmação da solicitação das gravações.
Após 26 minutos, ele diz que vai fazer a requisição das gravações e desliga. Não me foi permitido fazer a reclamação e nenhuma gravação me foi entregue até hoje. No site da GVT, na seção Serviços – Minhas Gravações, consta apenas “Não existem gravações para o seu usuário”.

O técnico jamais fez a visita. O representante da GVT em Natal ligou para mim, perguntou o que estava acontecendo e, após minha descrição, me pediu o modelo e número do modem, disse para eu aguardar. Após alguns minutos, ainda ao telefone, reconfigurou o modem e o problema, aparentemente simples, foi solucionado.
No total, fiquei 21 dias sem conexão e sem TV.

No dia 4 de outubro, recebo o boleto com um desconto de 12 centavos. Ligo para o 10325, falo com um atendente que não me disse o nome de forma clara apesar de eu ter perguntado três vezes (Adner, talves), pergunto sobre o abatimento e ele diz que é relativo ao tempo, em minutos, que passei sem TV e que esse abatimento automático é uma regulamentação da ANATEL, mas apenas para TV. Se quiser abatimento do tempo que passei sem Internet, preciso ligar pedindo.
Pergunto se existe algum registro de queixa minha quanto às três semanas que passei sem Internet, ele diz que não mas que “vai ver o que pode fazer”. Após algum tempo, ele diz que vai descontar oito dias. Eu passei 21 dias ou completamente sem conexão ou com conexão instável de um modem que reiniciava a cada dois minutos por um problema interno da GVT que foi resolvido em dez minutos por telefone.

Ele diz ainda que a minha conta, com vencimento para o dia 5 de outubro, foi cancelada e que ele vai me mandar, por email, pelo correio e através do site, um novo boleto com vencimento posterior. Hoje é dia 11 de outubro e nenhum boleto ou número de cobrança me foi enviado, nem pelo email, nem pelo correio, nem se encontra no site.
O que está no site é a conta em aberto, com vencimento para o dia 5.

Anteontem, dia 9 de outubro, tentei entrar em contato com a ouvidoria da GVT, com a seguinte mensagem:
“No dia 4 de outubro, liguei para o 10325 para rever o valor da minha conta, visto que havia ficado do dia 20 de agosto ao dia 06 e setembro sem acesso à Internet e no boleto constava um desconto de doze centavos. O atendente, cujo nome não foi dito de forma clara mas julgo ser algo como “Adner”, disse que eu havia ficado apenas uma semana sem acesso e que me enviaria, tanto por correio quanto por email e através do site, novo boleto com nova data de vencimento. Nada disso aconteceu. Não recebi correspondência alguma, nem email da GVT e no site aparece apenas a fatura com a cobrança completa e já vencida. O que preciso fazer para evitar um problema maior? O protocolo do pedido é *********, às 15:52.”

Fui completamente ignorado. Ao tentar enviar a mensagem, o site fica suspenso por vários minutos e, quando refresca, percebo que fui deslogado. Suspeito que minha mensagem não foi enviada e não tenho outra forma de recorrer que não judicialmente.

Até o momento, a empresa não me deu nenhuma resposta.


ATUALIZAÇÃO – 16 de outubro
A nova fatura chegou ontem, dia 15. Hoje é dia 16 e, segundo o site, continuo com fatura vencida.

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Timestamp do Twitter:

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Ouvidoria da GVT

Ontem, às 9:14 da manhã, enviei uma solicitação à ouvidoria da GVT, reproduzida aqui para fins legais, visto que ainda não recebi resposta.

No dia 4 de outubro, liguei para o 10325 para rever o valor da minha conta, visto que havia ficado do dia 20 de agosto ao dia 06 e setembro sem acesso à Internet e no boleto constava um desconto de doze centavos. O atendente, cujo nome não foi dito de forma clara mas julgo ser algo como “Adner”, disse que eu havia ficado apenas uma semana sem acesso e que me enviaria, tanto por correio quanto por email e através do site, novo boleto com nova data de vencimento. Nada disso aconteceu. Não recebi correspondência alguma, nem email da GVT e no site aparece apenas a fatura com a cobrança completa e já vencida. O que preciso fazer para evitar um problema maior?
O protocolo do pedido é 04102013******, às 15:52.

gvt-ouvidoria

E abaixo, link para Twitter com timestamp.

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