Feeds:
Posts
Comentários

Archive for outubro \30\UTC 2011

Tudo começou quando eu fui mordido por um zumbi voltando do trabalho.

Já em casa, não me sentindo tão supimpa.

Ao chegar em casa, minha mulher se depara com o bonitão aqui, pronto para uma noite de prazer e satisfação:

Sem roupa. E sem vida.

Isto é, meu prazer e satisfação. Enquanto zumbi.
Ela não teve chance.

Nunca antes chamar minha mulher de "gostosa" teve tantos significados.

Depois de devidamente comida e transformada, ela deu uma ótima ideia. Ela disse “rraaaaauuuurrrr uuuurrrrr aaarrrr urrrr” e, claro, concordei. Afinal, não é todo dia que se vira zumbi. “Mortem diem” sempre foi meu lema.
Então à casa de Jon Lovitz fomos.

Intermissão para foto obrigatória no elevador antes de sair para a festa. Mulher é tudo igual, só muda o rigor mortis.

Ao chegar no nosso destino, não perdi muito tempo e, visando angariar membros para a horda o mais rápido possível, cortei-lhe o pescoço.

That's the ticket!

Ele, por sua vez, tratou de converter sua respectiva. Desperdiçando muito pouco.

As fotos mais explícitas foram guardadas para chantagem posterior.

Quando os olhos estão da cor dos dentes, você sabe que algo não está certo.

Agora já com a danação completa e o carro cheio, fomos às ruas.
Estávamos todos curtindo algumas vítimas incautas, até batendo retratos entre uma mordida e outra:

Estou pensando em propor um teste de fogo para um certo sabão em pó.

Quando, sem aviso, minha falecida viúva aparentemente se emociona.

*suspiros e estridência*

O que obviamente é impossível para um cadáver, por mais ambulante que este seja. O que me levou a concluir imeditamente que se tratava um milagre.

"Urr?"

E eu estava mais certo do que poderia acreditar.
O corpo animado e sem vida da minha saudosa companheira havia, pasmem, encontrado Jesus!

E não é que a Igreja está certa e ele é realmente galego?

Na ânsia de me converter pela segunda vez no mesmo dia e excitado por ter a chance de conhecer o Zumbi Original, me aproximei languidamente do nosso -futuramente meu- senhor e… bem, deixo que as imagens contem o resto da estória.

Notem a paixão em meus olhos.

*suspiros de amor e gargarejos de sangue e pus*

"Ah, dane-se. No inferno, abrace o capeta; rastejando pela terra, canibalize outro morto-vivo."

Pois bem. Esta é a minha estória.
Comi do corpo e bebi do sangue da vários, mas só Nosso Senhor Jesus Cristo que me satisfez. Com ele dentro de mim eu finalmente me sinto forte e pleno.

Eu encontrei Jesus. E ele estava delicioso.

Hummm... sagrado coração...

———

Hello monsters, Meire aqui.

O povo quer saber como a maquiagem foi feita, então vamos lá.

Os produtos que usei em mim são um pouco diferente do que usei nos outros zumbis porque sou muito alérgica. Dá pra fazer a maquiagem com equivalentes mais baratos, ok?

Para preparar minha pele usei um primer da MAC, duas camadas grossas de base, a primeira com a Toleriane bege clara e na segunda, para ficar com o rosto mais pálido, usei a Color Ideal da Lancôme na cor bege porcelana. Fixei tudo com Dermablend Vichy pó transparente e por cima usei um pó da Clinique na cor Fair (muito branco).

Para fazer as olheiras usei sombra marrom Nyx misturada com sombras roxa, verde e vermelha, comprei uma paleta bem baratinha só para detonar no Halloween.

Os lábios foram apagados com corretivo verde da Dermage e por cima batom cor 58 da Vult (é um nude acizentado) coberto com pó para dar aspecto fosco e por cima, bem como um pouco ao redor dos lábios, sombra roxa misturada com lilás, para dar aspecto de morte mesmo.

Fiz os contornos do rosto e acentuação de vincos na pele com sombra cinza escura e dei uma esfumada misturando com uma sombra da Lancôme chamada Ray Of Light, que é um branco com leve brilho.

A base das feridas foi feita com sombra roxa e vermelha, pra parecer hematoma. As feridas foram desenvolvidas pelo Igor, feitas com cola escolar, batom vermelho, papel higiênico e sangue fake. No canto da boca, sombra preta para dar um ar de necrose. E no final de tudo, máscara de cílio The falsies, da Maybelline.

Como o Igor é moreninho, usei nele uma base de cobertura mais alta, a Dermablend maleável, na cor Opal. Como primer usei um hidratante matificante, para deixar a pele protegida e com menos oleosidade. A base foi fixada com talco porque ele não deixou usar o pó Dermablend (“é caro, é caro!!”), mas acabou concordando em passar o da Clinique (o Fair) por cima, porque comprei errado e é claro até pra mim. Usei as mesmas sombras com exceção da da Lancôme, e a técnica para a boca de morto e as feridas foram a mesma. Os mesmos produtos que usei nele usamos no outro casal da história, o Rodrigo e a Lígia.

Só uma nota: deu para ver a diferença de fixação na maquiagem de nós quatro no decorrer da festa. Na madrugada a minha ainda estava intacta, porque fixei com a Dermablend em pó, enquanto a deles três já estava bem esmaecida.

Beijos,
Meire

P.S. Jesus não precisou de maquiagem.

Read Full Post »

Primeiro Diana, agora Camilla.

Charles não tem mesmo sorte.

Read Full Post »

Lolo

Read Full Post »

Finalmente, não precisarei guardar as coxinhas no bolso enquanto pego mais.

Quando eu era pequeno inventei uma versão oca do hashi para exatamente este fim.

O melhor disso é nunca mais furar o olho com o cabo imprevisível da colher.

Finalmente, acabou-se o trabalho de ter que levantar a tábua.

E, finalizando:

Read Full Post »


A banda Acacia jibberdingensis acaba de lançar seu primeiro disco, “…quando meu chifre crescer”.

A foto eu tirei daqui, o nome da banda saiu daqui e o nome do disco (e das possíveis músicas) vieram daqui.

Mas como fazer essa mágica?
Fácil! Basta acessar a página Nomes para bandas e passar as próximas duas horas tentando (ou pedindo sugestões dos outros, ou ainda tirando nomes dos comentários).

Divirtam-se!

Read Full Post »

Read Full Post »

%d blogueiros gostam disto: