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Archive for junho \30\UTC 2008

Estragando piadas

“A maneira mais rápida de sugar toda a graça de uma piada é examiná-la e tentar entender porque ela tem graça.”
-Richard Wiseman, durante sua busca pela piada mais engraçada do mundo-

1 – Por que baixamos o som no carro quando estamos procurando um endereço na rua?
Apesar dos sentidos da audição e da visão estarem separados, ambos estão sendo processador pelo mesmo cérebro e dividindo a atenção mental, que não está tão bem separada.
Equivalente – fechar os olhos para tentar lembrar uma palavra.

2 – Quem colocou a placa “não pise na grama”?
Alguém que entende o conceito de “fadiga de material” e sabe que compensa pisar uma só vez no gramado (causando danos mínimos ou inexistentes) para tentar evitar que várias pessoas façam o mesmo (causando danos severos através de repetição).
Equivalente – erosão causada pelas ondas em rochas à beira-mar ao longo dos anos.

3 – Por que as pessoas vasculham a casa toda procurando pelo controle remoto da TV só para não terem que se levantar para trocar de canal?
O primeiro motivo seria recuperar um bem perdido. O controle é uma posse material e ninguém gosta de perder suas coisas. Segundo, começa-se a procurar o controle na expectativa de que a busca dure alguns segundos, mas quanto mais tempo passamos procurando, mais estamos investidos na busca e mais difícil se torna parar a busca. Uma terceira razão, mas talvez a mais importante, é que, assim que acharmos o controle, não precisaremos mais nos levantar para acionar as funções da TV. Comparativamente, uma hora de esforço durante o escrutínio se torna desprezível ao lado de centenas de horas de cômoda espectação sedentária e confortável.
Equivalente – ligar de casa para o próprio celular perdido para achá-lo e fazer uma ligação.

4 – Por que em filmes de batalhas espaciais as explosões são tão barulhentas se o som não se propaga no vácuo?
Isso é um artifício chamado hiper-realismo (ou hiperrealismo, na nova língua), usado em filmes para aumentar o impacto das cenas, utilizando um processo chamado foley, que consiste em “dublar” todos os sons de todas as cenas, se valendo de sons já armazenados em bibliotecas específicas ou alguns gravados especialmente para aquilo. Todos os filmes (raríssimas exceções se aplicam) têm uma trilha sonora contínua, seja diálogo, musica ou efeitos sonoros, sem um segundo sequer de silêncio. Por mais silenciosa que pareça uma cena, sempre há o som de respiração, uma nota se estendendo até acabar, um carro passando ao longe, páginas sendo viradas, etc. Em filme, até o tragar de um cigarro é audível.
E mais, filmes que tratam de naves espaciais e guerras interplanetárias geralmente sustentam um nível de ficção altíssimo.
Nenhum som em um filme (quanto mais recente, mais verdadeira é a afirmação) é real, produzido “in loco” pelo que está sendo mostrado e qualquer informação recebida através de uma tela deve ser duvidada.
Equivalente – sons de socos no estômago que soam como pauladas em sacos de areia e armas de fogo que sempre que são movidas soam como se tivessem folgadas.

5 – Por que os pilotos Kamikazes usavam capacete?
Para evitar que uma pancada na cabeça durante o caminho até o alvo os impossibilitasse de completar a missão.
Equivalente – os capacetes usados pelos pedreiros que trabalham na construção do pavimento mais elevado de um edifício, que são usados não em caso de queda, mas para proteger contra uma ferramenta mal manuseada.

6 – Por que quando se liga pra um número errado, nunca dá ocupado?
Porque quando ligamos e está ocupado, não sabemos que o número estava errado.
Equivalente – a frase “sempre sei quando alguém usa peruca (ou silicone)”. Se o chinó (ou implante) for bem feito e discreto, é impossível registrar.

7 – Por que as luas dos outros planetas têm nome, mas a nossa não?
Em primeiro lugar, o que é comumente chamado de lua é oficialmente denominado satélite natural. O nosso satélite natural tem um nome, ele se chama Lua (com letra maiúscula). E, finalmente, a resposta mais óbvia de que a nossa Lua foi a primeira a ser observada e nomeada.
Equivalente – chamar lâminas de barbear de gilete e esponjas de aço de bombril.

8 – Por que quando não há um teclado instalado no computador, surge a frase “pressione qualquer tecla para continuar”?
Porque o ato de pressionar qualquer tecla que seja implica em um teclado haver sido instalado e o problema inicial resolvido.
Equivalente – empresas ou indivíduos que propagandeiam serviços de conserto de telefones utilizando-se de um número de telefone (que é a maneira mais prática de se contactar um prestador de serviço), esperando que o contratante use um outro aparelho (no trabalho, na casa do vizinho, ou um telefone público), que não o defeituoso para chamá-los.

9 – Se depois do banho estamos limpos, por que então lavamos a toalha?
Porque as toalhas ficam molhadas e tecidos úmidos são ótimos criadores de bactérias, inclusive algumas que produzem odores desagradáveis e outras que irritam a pele e podem causar dermatites, que é o principal motivo de nos enxugarmos em primeiro lugar.
Equivalente – lavar a pia após lavar a louça para tirar a gordura depositada nela e que só é extraída por meios mecânicos (o ato de esfregar) e não somente químicos (o sabão que caiu ali, já saturado de óleo).

10 – Quando alguém perde algo, por que algumas pessoas perguntam onde o objeto foi perdido?
Porque isso ajuda a reduzir o campo de busca. Por exemplo, se o sujeito se deu conta dentro do carro, a caminho do serviço, de que perdeu o celular, a procura já não se dará no local de trabalho. E, algumas vezes, sabe-se especificamente onde tal coisa foi deixada (entrou no carro com o telefone, saiu sem ele). A pergunta é às vezes mal feita, mas o sentido (quando a pessoa percebeu que o item tinha desaparecido) é normalmente entendido.
Equivalente – perguntar que gosto uma comida estranha tem, pois é absolutamente possível descrever um sabor incomum usando características de outros já conhecidos (novamente, uma pergunta mal estruturada, pois deseja-se saber com qual outra comida conhecida aquela diferente se parece).

Disponham.

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Vou começar a colocar links pras coisas antigas e mais interessantes (quem escolhe se é interessante ou não sou eu, mas quase tudo aqui foi escrito por mim de todo jeito), para ninguém ter que ir lendo um por um (apesar de eu achar que devem).

Este é um dos mais antigos e nem é sobre ciência, mas eu quero que todo mundo do mundo leia a estória. E depois leiam isto. É sobre um ladrãozinho metido a besta que ronda por aqui.

A cura rápida e certeira para suas ressacas (eu não vendo nada por aqui, mas ao vivo podemos conversar).

Escreva (e depois apague). Tudo sobre lápis(s)

A matemática é nossa amiga (ou, como a falta de preparo para uma entrevista pode render uma boa malhada). Terremotos e escalas.

Uma homenagem aos nossos irmãos de cor (ou um poema apaixonado, fica a seu critério).

Fotos ótimas (sensações melhores ainda). 18 anos de Telescópio Espacial Hubble.

Placebo (não a banda). Por que são usados?

Entenda como os cachorros vêem (e porque podemos dizer isso com certeza). A visão canina explicada.

O céu é azul (mas só às vezes).

Veja agora como perder peso e se manter saudável! (novamente, não vendo nada por aqui…). A dieta certa para você.

Para os que ainda não sabem, cada linha sublinhada dessas aí em cima é clicável, com uma ligação que leva para outra página, com o artigo indicado.

Não desistam de mim.
Até a próxima!
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Faz tempo que não conto uma estória e hoje lembrei de uma.

O dia em que envelheci.

Eu descobri que tinha envelhecido não quando descobri meu primeiro cabelo branco (aos 16 anos), nem meu primeiro fio de barba branco aos vinte e poucos (e, por enquanto, ainda não notei grisalhos abaixo do pescoço), nem quando notei que estava ficando careca (25).
Minha tendinite apareceu quando eu tocava piano, aos vinte anos de idade. Também não foi isso.
Dores de coluna, aos vinte e um, por carregar muito peso (a sina do baterista) também não foram uma dica relevante.
O fato de, aos vinte e três, manter uma conversa sóbria e inteligível com uma pessoa e descobrir que ela havia nascido no ano em que comprei meu primeiro CD foi um choque, mas não me senti tão velho.
Descobrir que precisava usar óculos para corrigir um leve (mas suficiente para incomodar) astigmatismo foi uma surpresa, mas aos vinte e seis, não foi tão impressionante assim.
Na minha última faculdade, quando o professor tocou um disco com o melhor da produção fonográfica dos anos 90 e só eu e ele conhecíamos as músicas, eu fiquei meio suspeito, mas ainda não foi bem isso. Nem a constatação de que a maioria dos meus colegas de sala havia nascido naquela mesma década.
Quando eu passei a comer cebola crua, rúcula, brócolis, coentro e saladas amargas em geral, eu me senti mais adulto que velho.
No dia em que a única coisa que curou minha dor-de-cabeça foi café, eu fiquei mais preocupado com o vício do que com a idade já suficiente para tal condição se estabelecer.

O momento exato em que envelheci se deu em uma certa tarde, ano passado, quando eu não consegui acabar de beber um copo grande de Fanta acompanhado por dois biscoitos de triplo chocolate (massa, recheio e cobertura) porque achei tudo muito doce…

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Abri um blogue dum camarada hoje pela manhã que fala de ornitorrincos (não profundamente, só cita o nome mesmo), aí deu vontade de falar sobre esses animais MUCHO LOKOS (um alô para Renan!).

O Ornithorhynchus anatinus é, antes de mais nada, um mamífero.

PORÉM

Seqüenciamento do material genético do bicho revelou que ele tem algumas características de aves e de répteis, o que não quer dizer que ele deixa de ser mamífero.
Por exemplo, nós não temos um casaco de pêlos como os outros membros da classe Mammalia, e essa calvície epitelial é característica dos répteis, mas nós não somos misturados com eles. Somos?

Mas, vamos às bizarrices (não acho que vocês tenham vindo me visitar pelos meus olhos negros):

ornitorrinco

1 – O bicho é peludo, produz leite e põe ovos.
+3 pontos para os mamíferos

2 – Os pêlos são cobertos de uma camada impermeabilizante.
+1 ponto para as aves

3 – Os ovos são moles.
+1 ponto para os répteis

4 – Bico e pés de pato.
+2 pontos para as aves

5 – Ferrão venenoso.
+1 ponto para os répteis

6 – Eletroreceptores ao redor do bico que lhe garante Eletrolocalização.
+1 ponto para os peixes

7 – Apesar de produzir leite, não tem mamilos e o secreta através da pele abdominal, sendo guiado por um tufo de pêlos. Huummm!
-1 ponto pela seboseira (imaginem o cheiro desses cabelos quando o leite misturado com baba e água salobra de um córrego seca ao sol australiano)

Mamíferos 3 x Aves 3 x Répteis 2 x Peixes 1

Não exatamente científico esse meu método de pontos, eu sei.
Eu disse um dia desses que o bicho tinha mais material genético de aves que de qualquer outra classe, mas eu estava (fui) enganado (é nisso que dá acreditar na primeira fonte, por mais confiável que seja).

Eis uma tabela:

Traduzindo:
Monotremos são o ornitorrinco e a equidna, que são mamíferos que põe ovos;
Marsupiais são o canguru e o coala, que são animais com duas fases de gestação, uma interna e outra externa (dentro de uma bolsa);
Placentais são o resto dos mamíferos, cuja gestação se dá inteiramente dentro de uma placenta;
Duas linhas convergentes indicam um ancestral comum, ou seja, os amniotas (animais cujos embriões são envoltos em líquido amniótico) se dividiram em dois grupos, um deles se dividiu em aves e répteis e o outro virou o grupo dos mamíferos. Depois, o grupo monotremata se separou e, bem mais tarde, os marsupiais dos placentários (não coloquei datas no gráficos porque fiquei com preguiça, mas são milhões e milhões de anos, de baixo para cima).

Dá para entender, é só ler de novo…

Lição de hoje: quando ouvir um negócio bem massa e que pareça fazer sentido, desconfie e procure mais informações antes de sair por aí espalhando desinformação.

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Ultra-Sonografia (ou ultrassonografia, em acordo com as novas regras da Língua Portuguesa) utiliza ondas sonoras de altíssima frequência (ultrassom, ou som acima da capacidade auditiva humana) para formar imagens (grafia) numa telinha.

Morcegos e golfinhos usam uma técnica parecida, chamada “ecolocalização” (eco = som refletido), enquanto o processo similar em submarinos é chamado “sonar” (corruptela de som + radar).

O processo é o seguinte; uma onda sonora de alta frequência (a reforma da língua aboliu também o trema, estou tentando me adequar) é lançada sobre objetos sólidos para que reflita e seja captada por um sensor. Se um pedaço do objeto estiver mais perto, o eco vai voltar mais rápido, se estiver mais longe, demorará mais a voltar, o que forma uma imagem plana (bidimensional) do objeto.

E por que alta frequência?

Quanto mais alta, menor é o comprimento da onda. Quanto menor for esse comprimento, de modo a manter e velocidade do som constante (não importa o tom, o som sempre vai andar na mesma velocidade, dentro das mesmas condições, por isso que todos os sons de uma banda chegam ao mesmo tempo em nossos ouvidos), a energia aumenta (a energia total não muda, o que muda é a quantidade de “força” pra “frente”, já que não precisa se mexer tanto pros “lados”). Quanto maior a energia, mais difícil será de se dissipar (ondas mais compridas e com frequência menor também sofrem interferência gravitacionais, mas isso é MUITO além do que eu estou preparado para explicar hoje), mais facilmente se refletirá (dificultando a absorção) e melhor serão as imagens. Como as imagens não são reais, mas a combinação de presença ou ausência de reflexos dessas ondas, a figura aparece em preto (presença) e branco (ausência). Alguns sonares contam com representações coloridas, como um mapa geográfico, onde a distância das coisas (o tempo que a onda leva para ser refletida) induz cores diferentes, mas isso também é irrelevante no momento.

O que importa é que ultrassonografia é um exame muito útil e totalmente seguro (a não ser que se tenha alergia ao gel, mas este também é bastante inerte, à base de água e não gosta de reagir com as coisas) e que deve ser utilizado em pré-natais (ou prénatais, não tenho certeza se a forma original tem hífen), principalmente agora que aperfeiçoaram a técnica e as imagens estão saindo quase tridimensionais (“quase” porque ainda são projetadas numa tela plana, em duas dimensões).

Faça Pré-Natal, acompanhe o desenvolvimento do feto para garantir que a criança nasça que preste.

E minha contribuição para o serviço de utilidade pública termina aqui.

P.S.1 O limite de audição humano é 20kHz, ou vinte mil ciclos por segundo.
Um ultrassom gera entre 2 e 14 milhões desses ciclos (2~14MHz).

P.S.2 Depois da revisão ortográfica lusófona, frases como “eu pélo pêlo pelo corpo” (eu pelo pelo pelo corpo) e “ele pára para ninguém” (ele para para ninguém) me deixaram muito confuso…

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Saúde e Doença

Estava lendo uns textos antigos meus em busca de algo bom (e já escrito, que me economize tendões) e achei este, que escrevi como um trabalho de faculdade para uma aluna de Medicina que “trabalha os dois turnos e não tem tempo de pesquisar”.
Sugestão: pare de ver novela; só aí já vão três horas a mais na sua vida.

Eu só fiz esse, e só fiz porque achei interessante o tema.
Quer ser médica? Estude!

Segue o texto:

A definição da OMS (Organização Mundial da Saúde) de saúde é que “Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não só a mera ausência de doença ou enfermidade” e uma boa definição de doença é “condição anormal de um organismo que óbsta o funcionamento de funções corporais, associada com sintomas e indícios”.
Daí já vê-se que há mais entre doença e saúde que talvez primeiramente pensado. Desde o começo da sociedade organizada que a Humanidade tenta livrar-se dos males que a afligem, mas até a introdução da Teoria dos Germes, postulada por Robert Koch (Prêmio Nobel em Medicina em 1905 pela descoberta e estudo do bacilo tuberculoso) em 1875, quando este identificou que o antraz (Bacillus anthracis) era transmitido por um agente infeccioso, ainda achava-se que moléstias eram, desde geradas espontaneamente (como mostra o texto mais antigo sobre medicina, o indiano Atharvaveda), até carregadas por mau-cheiro (teoria do miasma, prevalente desde o século XIII ao XIX), ao invés de passadas por microorganismos que crescem se reproduzindo.

Tal teoria, ou Postulados de Koch como veio a ser conhecida, diz que, para se estabelecer que um organismo é a causa de uma doença, este deve ser: encontrado em todos os casos examinados da doença; preparado e mantido em uma cultura pura; capaz de reproduzir a infecção original, mesmo após várias gerações em cultura, e; ser colhido de um animal inoculado e capaz de criar nova cultura. Usando este método de detecção e estudo, os alunos de Koch (apenas a primeira geração de médicos seguindo essa orientação) conseguiram, entre eles, determinar os organismos causadores de difteria, tifóide, pneumonia, gonorréia, meningite cerebroespinhal, lepra, praga bubônica, tétano e sífilis, salvando, assim, milhões de pessoas de uma morte desnecessária, que seria tratada, caso contrário, por curandeiros e outros métodos, invocando mais superstição que métodos científicos reais e comprovados.

Há, também, outras causas de doenças, como radioatividade (partículas subatômicas com massa, como prótons e neutrons, ultra-energizados), deficiência nutritiva (anorexia e licorrexia), problemas genéticos (Parkinson, distúrbio bipolar), exposição (ao sol, melanoma; à fumaça de cigarro, câncer pulmonar), traumas psicológicos (agorafobia, paranóia), entre outros.

Há também quem argumente que pobreza, discriminação social, corrupção, hiprocrisia, etc, são doenças sociais, parasitárias e debilitantes, que destróem a sanidade do espírito do indivíduo sadio, transformando-o em um doente social, incapaz de exercer suas plenas funções dentro do ambiente comum (espírito, neste caso, entendendo-se o humor e o relacionamento do um com o todo, baseado em estímulos e respostas, e não algo paranormal ou mágico).

Saúde, portanto, não é apenas o inverso de doença, ou vice-versa, existe um sem-fim de definições e argumentos, alguns melhores que outros, mas, concisamente, Doença é um mal afligido por um agente intrínseco ou extrínseco, que debilita um sujeito, e, Saúde é um bem-estar completo e total.

Texto escrito por Igor Santos (caso algum professor de fisiologia esteja verificando fontes para descobrir possíveis plágios).

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Não esperem por mim

Não posso digitar. Ordens médicas.
Divirtam-se com os links aqui ao lado ==>

E mais lá embaixo, sob o marcador FAVORITOS.

Devo voltar segunda-feira, com alguma coisa.
Mas não prendam a respiração…

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