Não sei como funciona em outras partes do mundo, mas na granja[1] que é Natal existe uma cultura interessante, como se vivêssemos no mundo Bizarro , onde o cliente deve agradecer por ter tido o direito de pagar (caríssimo, como toda cidade turística que se preze) pelo serviço e/ou produto.
Ontem, por exemplo, tentei sair para “curtir a noite”, como dizem. O problema é que eu tenho um negócio raro por aqui chamado senso crítico e sei quando estão tentando me enrolar ou quando me tratam mal.
Tenho também bom senso, que me fez não querer permanecer no Dom Vinícius por mais de trinta segundos devido ao excessivo volume das tantas caixas de som que berravam o máximo da pressão sonora que artefatos acústicos conseguem suportar estruturalmente ao amplificar uma banda que lá dentro se apresentava.
Até perguntei se poderiam baixar um dos alto-falantes, logo acima do que seria a minha mesa, mas o garçom se mostrou tão prestativo quanto seu treinamento (e reforço gerencial, sem dúvida) o permitia e mudou a inclinação do aparelho em dez ou doze graus. O que meu ouvido treinado de engenheiro de áudio afirmou ter feito uma diferença próxima de meio decibel (o que equivale ao bocejar de um grilo acuado no fundo fofo de um mato alto).
Para meus leitores que não conhecem o local, o Dom Vinícius é apenas ligeiramente mais amplo do que aparece na foto deste link. Diria que contém catorze mesas internas. Agora pensem num local com capacidade para cinquenta e seis pessoas com, eu suponho, oito caixas de som a menos de dois metros de altura cada, todas no último volume.
A banda consistia de violão, voz, bateria eletrônica e pandeirola. Ao lado do conjunto o som estava consideravalmente mais baixo. Motivo? Não havia um só ser humano ao redor para ter seu limiar auditivo permanentemente alterado.
Se um tímpano estoura num boteco e não resta ninguém para ouvir, ele faz barulho?
Bom, como vi que “dariam um natalense”[2] em mim, dali saí para a Chopperia Petrópolis, onde encontro no cardápio a seguinte entidade:

Duzentos gramas de calabresa acebolada com Tabasco por dez reais. Me regozijo na sabedoria de que nunca mais comerei aquilo.
Como minha namorada não gosta de pimenta, pergunto ao garçom se a Tabasco pode vir à parte e fico contente com o serviço ao obter resposta afirmativa. Contudo, minutos depois, chega à mesa a danada da calabresa sem a presença da pimenta que consta no cardápio. Indago do moço quanto à pimenta e ouço: “não temos Tabasco no momento”.
Por que não me disseram antes? Eu digo o porquê: muito provavelmente o bar jamais possuiu um vidro daquela pimenta. Como no cardápio o embutido já vem condimentado, é bem possível que usem qualquer coisa ardida por cima antes de fritar. E o cliente não fica sabendo, pois o que os olhos não veem, o paladar não distingue.
Eis o que me foi oferecido:

O rótulo diz 'pimenta nativa'. De onde, ninguém sabe.
Foi a primeira vez que isso me aconteceu na Chopperia? Não. Nem será a última. Afirmo esta por simples projeção estatística.
Outra vez que fui à Chopperia (quando com outro nome, mas do mesmo dono), pedi, novamente direto do cardápio, um sanduíche de “mortadela, com queijo e tomate seco”. Quando dei a primeira mordida, notei a falta do tomate, único motivo que me fez pedir aquela versão em detrimento da que continha outro tipo de queijo, sem tomates secos.
Apontei para o fato da inexistência de qualquer produto de origem vegetal em meu lanche e ouvi, de outro funcionário mas com a mesma cara-de-pau que só um gerente consegue doutrinar em seus subordinados, que o tomate em questão estava em falta. Mais uma vez, após meu pedido ter ficado pronto e ter sido em parte já consumido.
Eu poderia dizer que não queria mais, correto? Mas e a pressão social? E o fato de só dizerem que o ingrediente está em falta se eu perguntar? Caso eu não tivesse notado, teria ido embora sem uma só vez ouvir um “sinto muito”.
Ah, é verdade! Nunca ouvi o pedido de desculpas, já que é nada mais que a minha obrigação comer lá, como acredita o proprietário. Eu que deveria me desculpar por pedir algo que, apesar de constar no cardápio, não existe no recinto.
Outra coisa que a Chopperia Petrópolis fez e que é prática comum na cidade: o cupom fiscal só aparece mediante súplica. O que será que a Receita Federal teria a dizer disso, eu me pergunto.
Mês passado, a drograria Irmã Dulce (que, apesar do nome, é a mais ostentativa da cidade), representada por sua gerente, se recusou firmemente a fornecer o cupom fiscal (ver Lei Tributária, Artigo 61) alegando que um dos produtos não estava cadastrado.
Problema meu? Sem dúvida, afinal eles estão me prestando um favor ao receber meu dinheiro em troca de produtos (evidentemente superfaturados, para sustentar a conta de luz e o aluguel do prédio em local nobre). Tenho mais é que ficar calado e não denunciar, como fiz erroneamente no dia seguinte.
Opa! Vejam só que interessante; enquanto pesquisava para este texto, achei o Twitter da Chopperia e, quão imenso foi o meu espanto ao ver o primeiro tuíte da página:
Um bar que vende bebida alcoólicas e avisa via Twitter onde uma fiscalização rodoviária se encontra? Pode até não ser crime, mas sem dúvida é imoral.
Ou não. Em Natal as coisas funcionam ao contrário mesmo.
Consumir em Natal é marcar “muito” num questionário com a singular pergunta: “o quanto você gostaria de ser feito de otário hoje?”.
Por exemplo, a foto abaixo é o resultado concreto de se entrar na filial natalense de uma das maiores lojas de calçado do país e pedir por “um tênis todo branco, no máximo alguns detalhes em preto, sem amortecimento”:

Não posso sequer supor que a atendente é daltônica, mas posso presumir que ela sofre de uma parestesia gravíssima, dado o tamanho do amortecedor.
Em outra loja do mesmo shopping, igualmente franquia de uma rede nacional, enquanto minha namorada experimentava uma roupa que ela mesma escolheu, um vendedor se achou no direito de invadir sua privacidade e abriu o provador para “oferecer” uma coisa que ela claramente não queria, pois se quisesse teria levado consigo para o provador.
Em Natal não existe livre mercado ou competição, pois o Mercado, como é regido por uma lei bem estabelecida (outra coisa rara por aqui), já teria dado um jeito nesta palhaçada.
Aqui não existe respeito, pura e simplesmente. Se você que isto lê é de fora e pensa em vir aqui ser turista, desista. Vá para João Pessoa que é bem melhor.
(Notem, por favor, que os nomes das lojas acima foram omitidos por motivo de esquecimento. Assim que eu lembrar quais são, edito aqui.)
Natal já foi a capital mundial do turismo sexual. O que não me admira, pois qualquer foto tirada à noite ao redor de um estabelecimento comercial que venda bebida mostra (ou qualquer turista que ande pelas badaladas ruas noturnamente ativas da cidade vê) exatamente a mesma cena: galegas notavelmente falsas que, quinzenalmente, pagam fortunas para “dar luzes” nos cabelos tipicamente nordestinos, muitas vezes recém-alisados a ferro e fogo (fortunas essam, no entanto, que empalidecem frente ao extorsivo preço cobrado pelos cirurgiões plásticos responsáveis pelas lipoaspirações que todas elas fizeram, geralmente às custas do pai ou do marido, para que possam enfim se matricular nas academias de ginástica[3]), com suas pernas esperançosamente de fora acolchetadas por saltos que não sabem usar e por shortinhos que não deveriam, todas maquiadas ao extremo para tentar embranquecer a pele que passam tanto tempo tentando tostar ao sol dos fins-de-semana.
É uma pena que não exista uma só loja nesta cidade que venda personalidade. Por outro lado, é possível que item assim mofasse nas estantes, pois aquelas garotas que dele mais precisam não saberiam identificá-lo numa questão de múltipla escolha, em grupo, com consulta e dois meses de prazo.
Como eu disse ontem no Twitter, quem proclama não gostar de rótulos deveria parar de tentar se vestir com um.
Aí, um público-gado que não tem condições intelectuais de comprar uma peça de vestuário minimamente diferente vai reclamar de um estabelecimento comercial que, ops, passa a perna nos consumidores esquece de avisar da perene falta de um ingrediente essencial mostrado no cardápio ou trata os clientes como retardados oferece um artigo que é 100% diferente daquele que foi requisitado enquanto conscientemente invade a privacidade dos compradores? Eu acho que não. Mesmo porque é merecido.
A culpa não é dos garçons ou das vendedoras. A culpa é dos donos prepotentes que acham que é dever das pessoas comprar o que eles vendem, dos gerentes incompetentes sem tino comercial e sem a mínima capacidade de administração e, principalmente, dos consumidores passivos com mentalidade de rebanho que abaixam as cabeças e tomam com gosto tudo que lhes é enfiado goela abaixo (ou acima, partindo da outra ponta).
Reclamar de quem me serve? Prefiro reclamar do cretino que contrata e não treina. E isso me toma tanto tempo e saúde que prefiro ficar em casa, ouvindo a música que quero, num volume ambientalmente aceitável que permita o diálogo entre dois seres humanos; degustando acepipes preparados com ingredientes reais, comprados por preços justos; usando a roupa que prefiro, com a porta da frente devidamente trancada; olhando para onde quer que seja sem me deparar com as protoputas da classe média “palumbina” e, principalmente, sem comprometer a integridade elástica da veia da minha testa.
Já me basta a extorsão da própria cidade.
———
[1] Chamo minha querida cidade de “granja” porque ela tem dono. Nossos políticos “eleitos” (digamos que nem todo voto é gratuito) são descendentes de Luís XIV e, por direito hereditário e divino, proclamam que o Estado são eles. E a população aceita.
[2] Dar um natalense – Regionalismo: Natal. Uso: informal. Extrair o máximo de proveito possível do freguês com o mínimo de esforço/investimento; tentar enganar o cliente; fazer o consumidor de otário.
[3] Lembrem que aqui é o Mundo Bizarro. As coisas são sempre ao contrário.



E ainda malha do meu Franpiry.
Igor,
Ler esse post vale a catarse de 17 sessões de terapia.
Parabéns pela integridade que é incomum, e pela ainda mais rara disposição de gritar que vários reis estão nus.
Endosso. Mas tu é muito mais chato que eu.
Natal cresce mais rápido do que percebe. A pressão do mercado vai acabar forçando melhorias, mas isto se processa de maneira lenta porque a própria clientela nem sempre percebe que está sendo mal atendida (por incrível que pareça) simplesmente porque está habituada. Quem viaja e vê o esquema fora é que acaba percebendo melhor o fosso.
Assumo o meu erro, não costumo reclamar, simplesmente deixo de frequentar o local. Se mais clientes fossem como o Igor,cada estabelecimento certamente tentaria dar o melhor possível.
Há alguns locais que tem primado pelo bom atendimento, só que são justamente os restaurantes mais caros e ALGUMAS lojas de luxo, o que de certa forma é o mínimo que podemos esperar.
Esse “bom atendimento” que você fala não passa de umas farsa, já que é dado somente se você aparentar ter poder de compra para consumir nesses estabelecimentos. Duvido muito que se eu chegar numa loja dessas de sandálias e bermuda serei bem atendido. O atendimento é ruim em todas as camadas aqui em Natal. Prefiro beber num buteco do que a ir a esses bares caros e sofisticados onde somos mal atendidos e as pessoas que os frequentam parecem ser de plástico.
Infelizmente as pessoas daqui vivem apenas de aparências.
Quer inovar, dá nisso…
Completíssimo o seu post! A culpa é do dono que joga todo o trabalho do negócio para o gerente, enquanto fica sentado colhendo os “louros”do serviço. E do gerente, também, por não treinar adequadamente os seus funcionários e exigir um serviço, no mínimo, satisfatório por não ser exigido o mesmo.
Sempre que sou mal atendido peço pra falar com o gerente, é desgastante pois nem todos sabem ouvir, mas é gratificante retornar ao estabelecimento e ver que houve mudanças. E, apesar de exigir um grande esforço, acredito que é nosso dever educar esses gerentes, pois muitos atuam de maneira impróprio por não conhecerem nenhuma outra maneira de atuar.
[...] disse aqui recentemente como o comércio natalense geralmente funciona (incluindo livrarias); uma espécie de realidade [...]
Morei em dez capitais do Brasil (incluindo SP, Brasilia, Fortaleza, atualmente moro em Recife).
Acho Natal, disparado, a capital mais provinciana do Brasil.
Pouquíssimas pessoas tem ideias, iniciativas, gosto por leitura e cultura (os jornais de Natal são os mais rasteiros que conheço).
Concordo contigo: os Alves, Maia, Faria e outras famílias transformaram o Estado num feudo.
Governador, Prefeito, Juizes, Promotores, Deputados, Vereadores, todos pertencem a um mesmo núcleo de poder, que justamente por isso não tem interesse em mudar as coisas.
À Província chegaram recentemente aportes de dinheiro – e os donos do Poder, evidentemente, já tomaram seu grande quinhão.
O que vazou para as camadas inferiores financiou isso que você descreveu: um povo metido a besta, sem gosto para nada, querendo ter e fazer o que os outros acham que é bonito.
Felizmente, pude sair daí – e mais felizmente ainda, pude tirar meus filhos daí. Não nego que, como muitos turistas, gosto de passar curtas temporadas em visitas a familiares e amigos – mas gosto porque as temporadas são curtas.
Espero que você um dia possa ir a um lugar melhor.
Que novela :-D dá vontade de ir para aí e ensinar essa gente como as coisas se fazem. Estive no Nordeste e se há coisa que não tenho saudades é das ditas calabresas, e ainda havia algumas que diziam no nome “portuguesa” facto que me deixava com calafrios e coceira pelo corpo todo, de tão ferido que o meu orgulho ficava..
Abraços
Que bom entrar nesse grupo terapêutico. Sou mais feliz por saber que não sou mais a única que pensa assim.
infelizmente você tem razão na maior parte do texto, estou de acordo com sua linha de raciocínio, mas porque se omitiu quando esteve em tais estabelecimentos? porque deixou pra se lamentar no blog? acredito que quando as pessoas buscam seus direitos, mesmo que não consigam de imediato, mas se cada um fizer sua parte (reclamando quando se sentir lesado em algum estabelecimento) a cidade cresce com isso, e acredito que seja o objetivo de quase todos, porque há muitos que adoram criticar e sentem-se ótimos criticando sua própria cidade sem pespectiva para melhorar e não fazendo absolutamente nada para isto. você parece ser bem inteligente para ficar com medo de julgamentos e se omitir, os donos dos estabelecimentos insistem nessas ‘práticas abusivas’ porque os consumidores (inclusive você) vêem o que está acontecendo e esperam chegar em casa para despejar toda sua frustração num blog…tsc tsc! é interessante trazer essa discursão num blog, mas isso vai mudar da mesma maneira que o garçom mudou a caixa de som lá no dom vinicius ;)
estou completamente de acordo com @meire_g acredito que foi o comentário mais sensato! parabéns pela visão meire! realmente, a cidade cresce muito, e vai haver um ajuste natural aos ‘novos moldes’, digo isto porque está aumentando muito o surgimento de novos empreendedores, ao contrário da maioria das empresas que já existem, que são familiares e a ignorancia parece ser hereditária.
“quando todos pensam a mesma coisa é porque ninguém está pensando”
abraço aos colegas.
Francisco, eu acho que sua necessidade de demonstrar superioridade só se compara à sua preguiça em ler um texto com mais de dois parágrafos, pois, obviamente, se houvesse lido o texto completo, teria notado que eu não sou do tipo que não reclama.
Mas eu entendo, é uma linha escondida muito perto do fim, quando você já não se aguenta mais e precisa criticar alguém, escondido por trás de uma tela e um teclado.
Cretino, aprenda a ler um texto até o fim antes de tentar supor que conhece as pessoas que critica. Até o mesmo comentário que você elogia faz menção ao fato de eu não ser “mais um”. Tsc, tsc…
Isso pq não comentou o episódio da menina que teve o braço quebrado na balada e ainda a nova sensação, conhecida em Ingles como Shitty Night, ou como está no Twitter, cagando na balada, pessoas que se entopem de laxante, sibutramina e afins e depois bebem, cheiram, passam mal e -isso mesmo- se BORRAM nos lugares. Tem cidade mais cheia de charme e opção pra se sair à noite?
Igor, não sabia que você fazia parte do grupo dos pseudos-intelectuais que não aceitam uma crítica. Apesar de inteligente em algumas observações do texto, não tem inteligencia emocional para debater e já me xingou sem ao menos me conhecer.
Em relação a isso, te digo que a única parte em que você pronunciou alguma reclamação no texto foi em relação a exigência do cupom fiscal. Fora isto, você, infelizmente, fez o que todos fazem!
Se não quisesse receber críticas e opiniões diferentes não publicasse seu texto!
Em relação ao comentario da Meire, ela assumiu o erro de “deixar passar”, você só se manifestou (pelos exemplos dados no texto) em um caso. Então só lamentei esse fato, seja mais ativo também nos estabelecimentos (se é que você ainda sai) que toda mundo sai ganhando.
abraço.
Francisco, sua definição de “pseudo-intelectual” é diferente da minha. Geralmente, o pseudo arrogantamente acha já ter informação suficiente antes mesmo de chegar ao fim de um texto. Normalmente eu só me pronuncio após chegar ao final, para evitar justamente o erro que você cometeu; criticar algo já solucionado.
Outra dica: uma das pistas que eu uso para detectar aqueles que se julgam intelectuais sem ser é o lido com a informação. Acreditar em informações dadas em filmes e livros de auto-ajuda, como por exemplo acreditar no engodo da “inteligência emocional” e usar esse dado como medida para julgar os outros.
ótimo texto! Recentemente tive a mesma experiência num “resto” “chiq”.
Não mande ninguém aqui pra João Pessoa, pois é tão ruim ou pior do que Natal no quesito atendimento ao cliente e etcs!!
Concordo com os comentários, principalmente em relação ao tratamento que é dado aos consumidores e a forma como os empresários administram seus negócios.
Um dia desses fui a um barzinho que costumava frequentar. Ao olhar o cardápio tive uma grande surpresa… os preços praticados haviam quase duplicados… a justificativa? o bar estava na moda… e ninguém percebeu?
É isso que os nossos “gestores” fazem… depois quebra e não sabe porque. . Mas, o pior é ver as pessoas completamente passivas a tudo… Todos aceitam qualquer coisa a qualquer preço, sem reclamar.
Acredito haver uma completa ignorância com relação aos nossos direitos. Se todos reclamassem, eu garanto que as coisas seriam pelo menos diferentes!
Só gostaria de fazer uma critica aos comentários que as pessoas não devem vir a Natal… A cidade é linda e existe muitos lugares onde somos bem atendidos…
Paula, talvez seja um exagero mesmo dizer que ninguém venha aqui. Realmente existem alguns raros lugares com atendimento normal, mas o problema é para alguém de fora saber dicernir entre eles.
Igor, o texto foi completamente lido e entendido. Só critiquei onde realmente coube a crítica e elogiei onde coube o elogio. Você não estava preparado para ouvir a crítica, ou não quis recebe-la com humildade e já partiu para o xingamento. Por isso acredito que sua postura não seja das mais inteligentes emocionalmente em discussões. Só julguei o que você expôs, não te conheço para falar o que você realmente é ou não, apenas coloquei minha opinião de acordo com o que li aqui (texto e resposta ao meu comentário).
Não estive aqui com intenção de ofender, gerar polêmica nem muito menos com intenção de bancar o intelectual, acredito que as opiniões diferentes geram as melhores discussões, quando ambos lados estão preparados e têm inteligencia emocional para lidar com elas; uma pena que não tenha sido seu caso.
Abraço.
Amigo, procure um psicólogo. Você tem problemas.
Você deveria fumar um beck pra relaxar.
Tu é um liso
teu bóga !
Ui! Se ofendeu?