Somos todos notórios comedores de baratas.
Seja em cachorro-quente de salsicha com perninhas cozidas, salada de frutas com asinhas, purê de batata com antenas, arroz com restos de ovos e, mais corriqueiramente, in natura, na ponta daquela caneta que você adora mordiscar distraidamente ou mesmo num prato “limpo” que fica armazenado por dias numa prateleira qualquer da cozinha daquele seu restaurante favorito. Com macarronada por cima.
Mas não se preocupe pois você tem anticorpos que defendem o seu organismo da maioria dos malefícios potencialmente perigosos provenientes daqueles insetos.
Mas seu corpo só pode desenvolver anticorpos através de exposição, o que significa que você está constantemente comendo baratas.
A forma mais frequente de consumo de blatarias, no entanto, é via escova de dentes (elas adoram se coçar nas cerdas úmidas e petiscar os restos microscópicos de comida que você gentilmente as cede todas as noites), pois só se pode considerar como ingestão de barata se elas ainda estiverem cruas, pois quando cozidas elas adquirem as mesmas propriedades culinárias que seus primos-irmãos, os camarões. Também conhecidos como “baratas marinhas“.
É sério, baratas são pouco mais que camarões terrestres.
E por falar em camarão, a não ser que você seja alérgico ou o bicho esteja podre (ou cru, como as baratas que você come diariamente), pode comê-lo à vontade. Saiba mais no ScienceBlogs.


Argh!!!
Nossa! Que coisa doida e de doido! Tanta importância para isto!?! Fala sério: vamos pensar em corrigir nossos hábitos que prejudicam a sociedade…..
[...] C associada à uma dieta de artrópodes (para mais sobre o parentesco dos camarões, visite o uôleo). Começando do início, uma taiwanesa começa, aparentemente sem motivo, a sangrar profusamente [...]