Sempre fui fascinado por raios, relâmpagos e trovões.
Como nunca vi (nem me vejo vendo tão cedo) vulcões nem testemunhei terremotos, choques de cúmulos e suas descargas sonoras, de eletricidade e de fótons são os fenômenos mais intensos que conheço.
Quando presencio tempestades de raios, nada consegue tirar minha atenção.
Fico completamente deslumbrado frente à tamanha energia.
É como se eu precisasse ficar parado, vendo aquilo acontecer.
Eu já até desejei ser atingido por um raio, só para sentir em mim a potência da natureza.
Desisti da idéia quando percebi que nem todo mundo sobrevive ou continua vivendo sem seqüelas…
A luz roxa de um relâmpago iluminando tudo é absolutamente incrível!
Eu costumo apagar a luz e ficar esperando pelos clarões e torcendo para as minhas retinas absorverem tudo antes das pupilas dispararem.
O som de um trovão é impressionante!
Todo o mundo estremece.
A energia é tanta que ocorre uma reverberação entre, literalmente, o céu e a terra.
O impacto daquele som grave e profundo me deixa excitado, ansioso e maravilhado.
Mas, de todo jeito, sou mais atraído por raios e, sempre que possível, tento fotografá-los:
Nada em meu mundo se compara a eles.

[...] Não tenho muito o que comentar sobre fractais fora o que já disse sobre o meu tipo favorito. [...]